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Aumentando os Resultados Usando a Programação Neurolinguística






PNL (Programação Neurolinguística) é um sistema de comunicação, um método prático para alcançar resultados excelentes através da utilização de recursos que já possuímos, mas que precisam ser aperfeiçoados, como a forma com que pensamos e como ela afeta a nossa forma de agir e falar. É uma união entre mente (forma de pensar), corpo (comportamento) e linguagem (verbal e não-verbal). Podemos trabalhar nosso pensamento de forma a tomarmos as melhores decisões, e assim conseguirmos os melhores resultados.

A PNL é o primeiro modelo capaz de observar o relacionamento entre como nós neurologicamente processamos informações e o efeito disto no nosso comportamento e sentimento.

De que maneiras ela pode contribuir na vida de uma pessoa?

§  Aumenta drástica e rapidamente a autoconfiança e o controle das emoções;

§  Melhora as relações interpessoais e o trabalho em equipe;

§  Desenvolve crescimento pessoal e de carreira para o sucesso;

§  Permite obter-se comportamentos mais excelentes e criativos;

§  Promove mudanças profundas e efetivas;

§  Possibilita negociar e resolver conflitos de uma forma positiva, assim como na gestão de crises.

Todas as pessoas percebem e interpretam o mundo através dos seus canais perceptivos que são os canais auditivo, visual e cinestésico. Cada pessoa tem um sistema preferencial para perceber e interpretar o mundo e comunicar às outras pessoas os seus desejos e vontades através das relações interpessoais. Pensamos vendo imagens (VISUAIS), ouvindo (AUDITIVOS), sentindo e tendo sensações (CINESTÉSICOS) e falando (diálogo interno).

Aplicação no trabalho:

A PNL aumenta as condições de levantar as necessidades do cliente, enfatizar as características e benefícios do produto que está oferecendo e guiar o cliente a fazer escolhas sensatas que atendam o que é realmente importante para ele de forma prazerosa e objetiva.

A comunicação interna da empresa melhora significativamente, uma vez que as equipes estejam treinadas de modo a interagirem observando a melhor maneira de comunicar as decisões que foram tomadas.

No setor de RH, a PNL corrige um pedaço do processo seletivo que diz respeito à análise e avaliação de cargos através de parâmetros como habilidades, comportamentos, crenças, identidade e resposta emocional às circunstâncias que o profissional deve ter no cargo pretendido por ele ou oferecido pela empresa.

Hoje, a PNL é o que existe de melhor no campo de desenvolvimento de pessoal e ou profissional, uma vez que trabalha com a aquisição e treinamento de novos comportamentos, habilidades e recursos.

Outra grande conquista é a redução do estresse no ambiente de trabalho.  Como a PNL oferece um modelo eficiente para as pessoas perceberem e se comunicarem com o mundo elas se tornam muito mais automotivadas, criativas, calmas, perceptivas e receptivas às demandas da rotina empresarial.

Hoje, a PNL é bastante requisitada nas organizações, porque suas técnicas são utilizadas para superar limitações. Essa ferramenta é encarada como método de persuasão e motivação. Segundo consultores, ela ensina o profissional a empregar a linguagem para influenciar pessoas e auxilia nos problemas de relacionamento, ajudando no combate ao stress, depressão e ansiedade.

Os treinamentos em PNL são realizados em formas de jogos ou dinâmicas e servem tanto para preparar tecnicamente os gestores para a aplicação da ferramenta nas empresas como para contribuir no desenvolvimento comportamental e técnico dos colaboradores em geral.


Por Luciana Blard Castro

Médica Veterinária, Máster em PNL pelo Instituto de Neurolinguística Aplicada (INAp) e facilitadora em treinamentos e palestras.

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Complexidade e mídia

Vivemos uma sociedade complexa. E isso não é de hoje. Desde Babel há registros. As chamadas tecnologias da informação e comunicação (TIC) só tiveram o efeito demonstração de colocar todo mundo ao vivo ao mesmo tempo agora. É como se fosse uma dessas "salas de controle" da Prefeitura do Rio, na qual se assiste a cidade inteira, o que é, aliás, extremamente angustiante - porque a Polícia não consegue agir em todas as frentes necessárias num dado momento de incidentes coincidentes. Fica-se assistindo uma trombada na Ponte, um arrastão em Madureira e um homicídio na Av. Brasil, melhorando as estatísticas, mas...

Faz-me lembrar uma polêmica em sala de aula, quando disse que a meta da polícia, em Londres, é ter uma câmera para cada 14 habitantes. Um estudante sacou: - deve ser terrível viver em uma cidade assim, sem privacidade... Só pude indagar a uma sala que permaneceu silente: - privacidade? Na rua? É isso! O brasileiro “médio” (de todas as classes; A, B, C, D, E, F, G, H) quer privacidade na rua! Para urinar em paz, para matar no caixa eletrônico, fazer arrastão no posto de gasolina, furar a fila, fazer "pega", pegar o pacote de dinheiro, jogar a guimba de cigarro no canteiro, o sofá no córrego etc. etc. etc.
 
Retornando ao tema que me fez escrever essas linhas: esta semana assisti - atrasadíssimo - ao ótimo filme “Zona Verde”, do diretor Paul Greengrass. Na cena final, o cidadão iraquiano acaba com as boas intenções do "hero" Matt Damon e diz: - vocês não têm o direito de querer resolver os nossos problemas. A invasão do Iraque - primor da ilegitimidade e do descumprimento das decisões da ONU (depois a Líbia, quem sabe a Síria e, finalmente, o Irã) é uma prova recente do vaticínio de Goebbels, de que "uma mentira dita mil vezes...". 

No discurso público do documentarista Michael Moore em Wisconsin, ele lista as maiores mentiras que os governantes (republicanos e democratas) disseram ao povo americano na última década: "America is broke", e "There are mass destruction weapons in Iraque". O tio Sam faz guerra para tocar a sua política interna.

Remember o primeiro “Back to the future”, de 1985, quando nós - ainda "quase crianças" - víamos Doc Brown ser metralhado por terroristas líbios no estacionamento do shopping center.
 
 
Por Manoel Marcondes Neto
Professor da Faculdade de Administração e Finanças da UERJ, bacharel em Relações Públicas (UERJ), especialista em Análise de Sistemas e Métodos (St. Charles CPE/EUA), mestre em Comunicação com ênfase em Sistemas de Informação (UFRJ) e doutor em Ciências da Comunicação (USP). Editor dos websites ‘marketing-e-cultura.com.br’ e ‘rrpp com.br’.
Autor dos livros ‘A transparência é a alma do negócio’ (Conceito Editorial, 2012), ‘Relações Públicas e Marketing: convergências entre comunicação e administração’ (Conceito Editorial, 2008, 2a. edição), ‘Marketing Cultural: das práticas à teoria’ (Ciência Moderna, 2005, 2a. edição) e co-autor (com Lusia Angelete Ferreira) do livro ‘Economia da Cultura: contribuições para a construção do campo e histórico da gestão de organizações culturais no Brasil’ (Ciência Moderna, 2011).
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O USO DAS CORES EM AMBIENTES DE SAÚDE


Hospital não é lugar de doença e sim de saúde, confiança, bem estar e esperança.

O setor de saúde tem vários motivos para estar mais bonito que qualquer outro e as cores, como estímulos à qualidade do pensamento e do comportamento humano, são um item sutil e de altíssima responsabilidade nesses ambientes.

As propriedades psicodinâmicas das cores são cada vez mais estudadas e aplicadas nos ambientes de forma estratégica. Suas capacidades de mobilizar o ser humano são tão profundas que este mesmo muitas vezes não as percebe.

“Mente sã, corpo são”.

O estudo e a aplicação das cores nos processos de cura datam de 6 mil anos antes de Cristo, na cultura ayurvédica, mas depois da 2ª guerra mundial passaram a ser revisados pela ciência ocidental, já instrumentalizada.

Considerando as influências psicológicas e orgânicas, cada setor deveria oferecer um estímulo específico aos casos que atende.

Desde as cores de uma fachada, à cor da logomarca, passando pelas cores das paredes até os pequenos detalhes num quarto, pode-se acelerar ou retardar o processo psicológico que leva à cura. As vibrações energéticas emitidas por cada cor podem excitar ou acalmar, alegrar ou deprimir, acelerar ou retardar o processo de regeneração celular, por exemplo. Processos de coagulação, cicatrização ou contaminação, por exemplo, também estão vulneráveis às radiações da energia cromática.

Quem entra num hospital ou clínica precisa se sentir amparado, ouvido e renovado, sendo paciente ou acompanhante. Somente a seguir vem a efetiva preocupação com a cura.

Como a “limpeza” é primordial no ambiente de saúde, a manutenção do mobiliário e dos materiais deve ser altamente considerada, pelo ponto de vista da assepsia, mas também da estética.

Existem nos ambientes de saúde, formas diferentes de acomodar os pacientes.

Em consultórios dentários, por exemplo, o paciente fica reclinado e acordado, logo, o ideal é que se ofereça distração (programação visual e cor) na parte superior das paredes, da metade até o teto.

Em setores como ambulatórios, onde o paciente fica deitado e acordado por pouco tempo, também será necessária a distração, porque seu anseio em sair é muito grande. Nesse caso os tetos podem ser animados.

É muito importante observar também que há setores mais masculinos, como os de urologia, ou de exames delicados como proctologia, sendo importante que as cores não ofendam os preconceitos masculinos habituais, para que os pacientes possam relaxar e se sentirem seguros e dignos.


Já os ambientes infantis, por exemplo, não perdem nada por se parecerem com um “playground”! Pelo contrário, quanto mais distraída e à vontade a criança se sentir, melhor pode ser observada e tratada. E os responsáveis agradecem, pois a criança passa a colaborar psicologicamente no tratamento ao invés de rejeitá-lo, como é muito comum.




Para que os ambientes grandes, como enfermarias, não fiquem monótonos, é interessante usar desenhos e cores diferentes em paredes e portas. As portas podem ser um elemento de cores vivas e alegres para compensar as demais cores desse ambiente, que devem ser relaxantes, calmantes ou mesmo com propriedades sedativas.

Como quartos e enfermarias são também locais de rotatividade e de alguma impessoalidade (não se escolhe o paciente), é bom evitar cores muito estigmatizadas, símbolos e desenhos que possam ser associados a crenças e religiões, enfim, qualquer artefato que possa constranger o paciente e fazê-lo querer sair dali. Costumo optar por formas geométricas abstratas ou paisagens.

Corredores longos podem ter sua continuidade, interrompida por desenhos e cores diferentes a cada trecho para quebrar a monotonia e a sensação de “infinito” que, inconsciente, associamos ao afastamento ou à morte.  Nos tetos também será bem vinda uma programação visual em calhas de luz ou sancas, por exemplo, que distraiam o pensamento tenso do paciente transportado em maca.



Desenhos leves em tetos são bem vindos em praticamente todos os ambientes de um hospital ou clínica. Aliás luz, muita luz sempre!

Acima de tudo, em corredores e salões de espera, além da positividade que o ambiente deve passar aos pacientes e acompanhantes, devem estar claras as sensações de ordem, atenção e limpeza, pois vão impor comportamento semelhante ao usuário.



Este segmento também possui seu lado comercial, o que gera uma maior necessidade de ótima apresentação e de personalidade. Dentro de um mesmo segmento cada empresa tem seu estilo, seus objetivos e possibilidades específicas.

Em cada setor teremos um perfil de paciente, logo, em cada um deles o respeito e o carinho exigirão uma programação visual coerente e específica, que envolva as cores do mobiliário, dos materiais, da comunicação e tudo o mais.


Bete Branco.
Designer e Consultora de Cores para a Humanização dos Ambientes
21 2704-9967
21 7525-3194

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Desconstruindo Kotler: como estaremos daqui a 50 anos?

Excelente entrevista postada no website da publicação HSM Management, o grande nome do marketing, Philip Kotler, que acaba de publicar, com outros autores, um novo livro intitulado “Boas Ações” – e não estamos tratando de ações em Bolsas de Valores...
Muito lúcido e atualizado, o velho mestre aproxima-se de outro guru – Peter Drucker – chamando a nossa atenção para a necessidade de se pensar prospectiva e criativamente, por mais que o mundo se acelere.

"O que passamos hoje é fruto de decisões que tomamos há dez anos atrás", escreveu, certa vez, Peter Drucker – papa da Administração falecido em 2005.
Temos que dirigir os nossos esforços ao estudo de tendências e, portanto, à construção de postos de observação dessas tendências.

Uma outra constatação interessante: o conceito de que "menos é mais" citado na mesma entrevista. Tal surto de consciência pode mesmo já estar fazendo marola no hemisfério norte – vale a pena ler Daniel Goleman em seu novo "Inteligência Ecológica", a propósito. Esta tem que ser uma tendência levada em conta pelas empresas, sob pena de não se ter mais planeta para viver ou trabalhar em 2062.
Para completar; a rendição aos ditâmes do caos. Philip Kotler vem de uma tradição acadêmica cientificista, determinista. Proferiu sua primeira definição de marketing há 40 anos - algo "cartesiana". Alvíssaras render-se, contemporâneo, à imprevisibilidade, à complexidade e ao indeterminismo do caos em que estamos imersos, inapelavelmente.
O tempo parece acelerar-se mais e mais quando se trata da Economia das Trocas, da Propaganda, da Comunicação Social. O próprio Kotler já fez e refez sua definição de Marketing meia dúzia de vezes, atendendo ao cenário cuja única característica fixa é a mudança... 
No entanto, Drucker alerta-nos para o valor de pensar prospectivamente. Para além das tarefas do dia-a-dia. Olhar o que fazemos "de fora". Observar o mercado, as pessoas. Ler, ouvir e absorver toda a informação relacionada às nossas atividades. E refletir - algo que requer uma disciplina especial que as escolas de negócios ensinam mal ou nem isso. Aliás, por falar em reflexão, repare no início da – histórica - entrevista de Fritjof Capra, às vésperas da Rio+20, quando o cientista diz que reserva “tempo livre para pensar”... simplesmente.
 
Por Manoel Marcondes Neto
Professor da Faculdade de Administração e Finanças da UERJ, bacharel em Relações Públicas (UERJ), especialista em Análise de Sistemas e Métodos (St. Charles CPE/EUA), mestre em Comunicação com ênfase em Sistemas de Informação (UFRJ) e doutor em Ciências da Comunicação (USP). Editor dos websites ‘marketing-e-cultura.com.br’ e ‘rrpp com.br’.
Autor dos livros ‘A transparência é a alma do negócio’ (Conceito Editorial, 2012), ‘Relações Públicas e Marketing: convergências entre comunicação e administração’ (Conceito Editorial, 2008, 2a. edição), ‘Marketing Cultural: das práticas à teoria’ (Ciência Moderna, 2005, 2a. edição) e co-autor (com Lusia Angelete Ferreira) do livro ‘Economia da Cultura: contribuições para a construção do campo e histórico da gestão de organizações culturais no Brasil’ (Ciência Moderna, 2011).



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Comunicação Integrada


A comunicação deve ser integrada. Mas o que quer dizer isso? Como fazer uma comunicação para seu consultório de forma que seus pacientes reconheçam suas peças de comunicação através dos grafismos contidos nelas?
Este é um grande desafio para muitos consultórios e clínicas, pois muitas vezes contrata-se um escritório para fazer a logomarca, outro para fazer o receituário e um terceiro para o folder, por exemplo. Desta maneira as peças de comunicação não ficam alinhadas e não tem relação umas com as outras. Para você entender a importância da integração da comunicação e da identidade visual, imagine alguma peça da Coca-Cola sem o vermelho. É possível?
Não só seus materiais impressos devem estar alinhados, mas toda forma de comunicação com seu paciente deve estar ligada entre si.
Aqui vão seis dicas para você avaliar como está a integração da comunicação em seu consultório, clínica ou hospital:
1.       Junte sua logomarca, receituário, envelope, folder e demais peças de comunicação que tiver. Avalie se estão conectadas visualmente. É essencial que estejam. Se não estiverem, escolha um caminho e siga para todas as peças.
2.       Como está o uniforme da sua recepcionista? Ele deve ter a sua logomarca e se possível as cores da vestimenta de acordo com as cores da marca também. É essencial que esteja em boas condições físicas e limpo. A aparência do uniforme da recepcionista também reflete a imagem da sua clínica.
3.       Como é o seu letreiro? Ele está limpo? Tem a identidade visual da sua clínica? Ele deve ter tudo isso. A sua aparência também é importante, além do alinhamento com a identidade visual da sua clínica. Deve deixar claro que serviços são oferecidos pela sua clínica e ficar em lugar com boa visibilidade.
4.       É fácil achar as salas da clínica? Como é realizada a sinalização interna? É importante se preocupar não somente com a sinalização externa, mas também com a interna para que seus pacientes achem facilmente a sala que devem ir, sem precisar de um funcionário para direcioná-los. As placas das portas que informam a que se destina a sala devem também seguir a identidade visual da clínica.
5.       Observe o site da sua clínica e avalie se é fácil entender o serviço prestado e se sua identidade visual está alinhada com os demais materiais de comunicação. É muito importante que as informações estejam sempre atualizadas para não passar a imagem de desleixo.
6.       Se você realizar algum anúncio para sua clínica, pense que ele deve estar integrado com seus ideais e sua imagem. A sua clínica é moderna? Tradicional? Seus valores devem ser passados na propaganda de maneira integrada com todos os materiais de comunicação.
 
Por Paula Lins
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A importância do relacionamento sincero e do comprometimento com o resultado.

Recentemente, revisando uma das aulas que compõe o curso de Gestão para Médicos realizado pela Clinimkt, me deparei com um slide que me motivou a escrever este artigo. Trata-se de uma figura ilustrativa que sugere que o atendimento deve superar expectativas, atingir o inesperado para o cliente.

Em geral, buscamos superar expectativas oferecendo luxo e impressionando nossos clientes com tecnologia e outras pompas. No entanto, frequentemente nos esquecemos de duas coisas importantíssimas na relação com o paciente que, se oferecidas na dose certa, já seriam suficientes para atrair sua atenção, e se trabalhadas de maneira ainda mais profissional produziria o inesperado. Estou falando de relacionamento e comprometimento com o resultado.

Profissionais de saúde exercem uma função técnica e de alto envolvimento pessoal. Portanto, relacionamento e comprometimento devem fazer parte do dia a dia de suas atividades. O marketing, de variadas formas, pode ajudar bastante no alcance dessas metas.

Por exemplo, ferramentas de SMS, e-mail marketing e áreas restritas em web sites podem, ao mesmo tempo, estreitar o relacionamento com o paciente e ainda ser um canal de contato para esclarecimentos, orientações, prevenção e feedback sobre a consulta e o resultado de tratamentos instituídos, demonstrando preocupação com o bem-estar e a resolução dos problemas do paciente.

A adequada estruturação das ações de relacionamento com o paciente e demais envolvidos na compra de seus serviços, bem como com sua rede profissional de relacionamento (network) o auxiliará neste sentido.

Pense nisso, comprometa-se com seu paciente o quanto mais for possível e colha os bons frutos que um relacionamento de longo tempo é capaz de proporcionar.

Um abraço e até a próxima!

Por Márcio Sanches
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Facebook - como é a presença da sua clínica nesta rede?

Com a missão de tornar o mundo mais aberto e conectado, o Facebook vem crescendo a cada ano. Há aqueles que dizem que esta é uma bolha e que em algum momento a rede não existirá mais, e outros que acreditam no avanço contínuo da rede criada em 2004. Independente da sua opinião é importante pensar no hoje, pois atualmente esta é uma rede social que oferece muitas formas de você se aproximar de seu público-alvo e isto deve ser aproveitado agora. E caso tudo mude no futuro, você atualizará também sua forma de comunicação com o seu público-alvo.

O crescimento do Facebook no Brasil é muito significativo, já que é o segundo país com maior número de usuários, são 52.858.880 pessoas[1] conectadas à rede de Mark Zuckerberg. A cidade de São Paulo é a que tem o maior número de usuários no país, sendo a sexta maior no mundo, e em seguida vem o Rio de Janeiro (representando o 11º lugar mundial).

Estar presente no Facebook significa estar conectado com milhões de pessoas que podem ser seus atuais ou futuros pacientes. O contato com os atuais pacientes se dá através de uma estratégia de marketing de relacionamento, pois através da rede você poderá manter contato com eles e estar sempre presente em seu dia-a-dia. Já a aproximação com futuros pacientes poderá acontecer depois de a pessoa ler informações relevantes postadas e decidir curtir a página de sua clínica ou consultório, tendo aí um primeiro contato com você.

Ao usar esta ferramenta como um meio de comunicação com seus pacientes é muito importante pensar que a atualização é fundamental. Não basta postar um dia e demorar quinze dias para uma nova postagem. Lembre-se que esta é uma rede dinâmica e que as pessoas veem milhares de posts diariamente. Então se você demorar entre um post e outro, isso não irá fortalecer sua marca junto ao seu público-alvo. Tente postar com frequência.

Pense muito bem no conteúdo do seu post. Ele é útil para seu público? Ajuda no dia-a-dia destas pessoas? A informação postada faz toda a diferença, pois se ela é considerada relevante por seus pacientes ou futuros pacientes, eles irão curtir, compartilhar e comentar, aumentando assim o nível de engajamento e relacionamento destas pessoas com você.

Se você reconhece a importância e sente necessidade de ter uma fan page para seu consultório, clínica ou hospital, mas não tem tempo disponível para fazê-la, procure ajuda. Não basta criá-la, é preciso ter qualidade e gerar engajamento com seu público.

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Relações Públicas ao alcance de todos!


De uns tempos para cá, na imprensa brasileira, geral e de negócios, o termo RP (ou “PR”, do original em inglês) tem aparecido em seu significado correto, para além do antigo cacoete de relacionar o errepê com brindes, festas e blindagem à verdade. Não é para menos; estratégia de relações públicas é algo sofisticado, de que uma organização lança mão quando já está “quite” com outras obrigações sociais e mercadológicas. É como sempre digo, em minhas palestras: “na infância das organizações, propaganda; na adolescência, assessoria de imprensa; e na maturidade, cidadania corporativa – objeto direto de uma abordagem de relações públicas”. Escolhi escrever sobre essa mudança de percepção nessa minha primeira participação por aqui, porque justamente este ano – em que completo 30 anos de RP – publiquei livro, “website” e vídeos para levar a visão de RP para aqueles negócios pequenos e médios – como são muitas clínicas e consultórios – e para os próprios profissionais da área de saúde e pesquisadores do campo, hoje mais conscientes da necessidade de cuidar de sua reputação, para além de sua imagem.

Reconhecimento-relacionamento-relevância-reputação
Analogamente aos 4 Ps do marketing (produto-preço-praça-promoção), proponho uma leitura diferente: os 4 Rs das relações públicas – uma abordagem mais compreensível da atividade, a partir de demandas muito conhecidas: reconhecimento junto à sociedade, relacionamento com públicos-chave, relevância no mercado e a construção de uma boa reputação; ou seja, resultados que todo mundo quer, para si, individualmente, ou para o seu negócio.


1) Reconhecimento em seu meio social
O reconhecimento é uma propriedade – da pessoa pública ou da organização – que significa pronta identificação por seus públicos de interesse (os chamados “stakeholders”), como distinta, única, e ser assim reconhecida pela sociedade em geral, o conjunto maior desses públicos.
Há quatro táticas específicas que podem auxiliar personalidades ou gestores na obtenção do reconhecimento. Cito duas:
  • identidade bem desenhada e bem executada, desde a escolha do nome de fantasia até a aplicação da marca no dia-a-dia operacional: viaturas, uniformes, escritórios, “website”, propaganda etc.
  • imagem de marca – sobretudo para pessoas físicas, em que não há uma "embalagem", uma "sede", ou seja, elementos acessórios identificáveis. Trata-se de construir a "persona" do indivíduo – médico, dentista, cientista, atleta, artista etc. – em termos de comportamento e modo de se comunicar.


2) Relacionamento com públicos-chave
Matéria-prima das relações públicas, o relacionamento de uma organização com seus públicos-chave é assunto que requer gestão especializada. Isto porque, por vezes, os interesses são antagônicos entre dois ou mais grupos reunidos sob o comando de uma mesma organização. Exemplo: grupo de empregados sindicalizados e grupo de gestores.

Tratar de grandes questões corporativas (tais como a instalação ou o fechamento de uma unidade fabril, ou fusão com/compra de um antigo concorrente) diante de públicos diversos é matéria para ser trabalhada com muito planejamento. É proibido improvisar. Duas das quatro táticas mais consagradas no relacionamento: a preocupação primordial com o público interno – aquele que tem o direito de ser "o primeiro a saber" e a ouvidoria, uma função que "faz as vezes" dos segmentos externos de públicos que "têm o direito de saber", representando-os internamente.


3) Relevância no mercado concorrencial
Atingir relevância é manter uma imagem institucional sólida e destacada. Além de um discurso básico uníssono, é essencial ativar a comunicação em torno de atitudes tais como patrocínios adotados ou eventos realizados, dois tipos de ação, entre quatro, que permitem repercutir valores, obtendo diferencial competitivo.

Para chegar-se a obter relevância, são necessários esforços de comunicação cuidadosamente desenhados. Sobressair, tornar-se diferente, e ficar acima da concorrência são demandas que exigem sintonia fina com a opinião pública.


4) Reputação - um ativo em permanente construção
Reputação deve ser tratada como ativo. É questão de longo prazo e baseia-se na manutenção permanente de uma eficiente comunicação institucional – aquele tipo de comunicação em que a pessoa ou organização "fala de si", fora do discurso administrativo ou "vendedor" – algo sempre consistente e alinhado à missão, visão e posicionamento mercadológico da organização.

Além da comunicação institucional, uma segunda tática – entre quatro – é o trato das chamadas "crises de imagem pública", algo muito discutido atualmente. Esse tipo de "incêndio", aliás, é o que comumente faz com que se lembre de relações-públicas e de assessores de imprensa. A ideia, nesse caso, é "salvar-se".

O tema tem sido objeto de artigos, muita consultoria, “media training” e workshops que muitas vezes não trazem benefícios reais para a organização ou para a pessoa pública, sempre vulnerável por um acidente, boato publicado na imprensa com estardalhaço ou uma queda repentina no valor de mercado, por exemplo. É preciso antecipar-se e adquirir um saldo de credibilidade do qual se possa "sacar" quando e se necessário.


Para mais informações
O artigo acima é baseado em meu livro “A transparência é a alma do negócio: o que os 4 Rs das relações públicas podem fazer por você”, um ensaio em que apresento o composto em que cada um dos 4 Rs subdivide-se em 4 táticas, num total de 16 frentes de ação em que o relações-públicas pode atuar com desenvoltura e auxiliar organizações e pessoas físicas já públicas ou necessitadas de maior visibilidade. Links: livro (www.conceitoeditorial.com.br), “website” e vídeos (www.rrpp.com.br).


Manoel Marcondes Neto
Professor da Faculdade de Administração e Finanças da UERJ, bacharel em Relações Públicas (UERJ), especialista em Análise de Sistemas e Métodos (St. Charles CPE/EUA), mestre em Comunicação com ênfase em Sistemas de Informação (UFRJ) e doutor em Ciências da Comunicação (USP). Editor dos websites ‘marketing-e-cultura.com.br’ e ‘rrpp com.br’.
Autor dos livros ‘A transparência é a alma do negócio’ (Conceito Editorial, 2012), ‘Relações Públicas e Marketing: convergências entre comunicação e administração’ (Conceito Editorial, 2008, 2a. edição), ‘Marketing Cultural: das práticas à teoria’ (Ciência Moderna, 2005, 2a. edição) e co-autor (com Lusia Angelete Ferreira) do livro ‘Economia da Cultura: contribuições para a construção do campo e histórico da gestão de organizações culturais no Brasil’ (Ciência Moderna, 2011).
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Plano de Ação: definindo objetivos.

Uma das principais tarefas associadas à elaboração de um Plano de Ação é contribuir para a definição de objetivos. Tê-los por si só configura-se em grande vantagem competitiva, uma vez que grande parcela das pessoas não sabe o que querem da vida, o que dirá de suas carreiras!

Objetivos devem possuir, como a própria palavra traduz, objetividade. Deve, portanto ser claro, palpável, ter início, meio e fim.

Para isso, não basta apenas desejar, mesmo com muita fé! Acima de tudo importa conhecer e reconhecer capacidades e limites próprios, concorrentes e características específicas da área de atuação, o local onde o negócio está estabelecido, clientes, entre outros importantes dados que, juntos, formarão a base para a definição de objetivos.

Somente de posse desse conhecimento é que será possível traçar objetivos realizáveis. Além disso, objetivos devem contemplar necessariamente 3 aspectos: dados preliminares, metas a serem perseguidas, capacidade de serem revistos.

Dados preliminares são importantes para se estabelecer um ponto de partida, a partir do qual metas serão traçadas e, futuramente, resultados comparados. Nesse sentido, deve-se criar o hábito no dia a dia de coletar dados relevantes do seu negócio, bem como de organizá-los de maneira a gerar informação. Dados que não possam se transformar em informação de nada servem.

Metas devem ser claras, alcançáveis e definidas no tempo. Ou seja, desejar somente aumentar o número de clientes no próximo mês não deve ser uma meta. Saber que atualmente seu consultório tem 20 novas consultas no mês e desejar chegar a 30 novas consultas por mês em 3 meses é uma meta.

Por fim, planos não são imutáveis. Metas idem. Dependendo dos fatores que possam influenciá-las elas podem, portanto, serem revistas e recalculadas. O que não deve acontecer, no entanto, é a revisão de metas costumeiramente em função de uma implantação inadequada do planejamento, ou seja, da falha por ineficiência. Neste caso, corrigir as causas que comprometem o alcance das metas é prioridade.

Comece então a organizar seus dados, conheça um pouco mais seus números e reflita sobre o que desejaria que mudasse em sua rotina, em seus resultados. Trace suas metas e prepara-se para desfrutar do melhor: comemorar suas conquistas!

Um forte abraço e até a próxima!

Por Márcio Sanches
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Comunicação na sala de espera: o que há de novo?

Que a sala de espera é um ambiente bastante propício para se desenvolver relacionamento com os pacientes, disso ninguém duvida. A questão, no entanto, é o que fazer para aproveitar ao máximo esse ambiente de forma que ele contribua para a percepção de valor por parte dos clientes.

Em primeiro lugar, não devemos esquecer jamais que a sala de espera é muitas vezes o primeiro contato do cliente com o profissional da área de saúde. Ter um ambiente acolhedor, confortável e organizado é, portanto, uma obrigação.

Da mesma forma, precisamos sempre manter nossas secretárias e atendentes bem treinadas, ferecendo meios para que se reciclem e apoio para que desenvolvam suas habilidades, mantendo a supervisão de suas ações ou delegando essa função a quem possa executá-la de maneira eficaz.

Outra coisa importante diz respeito às formas de entreter nossos clientes, lembrando sempre que os pacientes podem vir ao nosso consultório acompanhados de parentes ou amigos. Ter jornais e revistas atualizados é um bom começo. TV e música em volume compatível com o ambiente também!

No que tange às TVs, a escolha do canal é muitas vezes o divisor de águas entre um entretenimento agradável e agregador de valor e um fator de estresse para o paciente e seu acompanhante. Portanto, devemos lembrar que a seleção de um programa ou de um filme não deve jamais obedecer aos interesses particulares dos profissionais que trabalham no ambiente, mas sim devem agradar aos clientes.

Atualmente, algumas ferramentas que possibilitam oferecer conteúdos de entretenimento relevantes e adequados ao ambiente da sala de espera têm se tornado muito mais acessíveis a consultórios e clínicas. Utilizando a internet, seus conteúdos são frequentemente atualizados, servindo ainda como veículos de orientação e educação para esse público.

Seja como for, o mais importante sempre é ter a consciência de que se está agradando a quem precisamos encantar: nosso cliente. Para tanto, não devemos esquecer de perguntá-lo se está satisfeito com o que tem recebido de nós.

Um abraço!
Por Márcio Sanches
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Plano de Ação – há muitas razões para fazer um.

Em uma série de artigos a seguir, exploraremos um pouco mais as etapas que devem compor um Plano de Ação. Em primeiro lugar, vamos estabelecer as razões para elaborarmos e realizarmos um.

A primeira delas é que, mesmo para ações ditas simples como, por exemplo, a compra de uma TV para o consultório, é importante que exista um Planejamento. Porém, costumamos associar esta palavra a coisas complexas, de difícil execução e que, portanto, exigem de nós muita organização e empenho de esforço e tempo para sua concretização. Pretendo a partir de agora desmistificar essa visão acerca do ato de Planejar!

Planejar nada mais é que definir metas, estabelecendo prioridades, entender quem vai estar envolvido com as ações, definir mecanismos de medição e controle e, por fim, a partir dos resultados, fazer ajustes, definindo ações corretivas e preventivas.

Existem algumas metodologias que nos auxiliam a organizar essas etapas. Uma delas consiste na ferramenta 5W2H, que em inglês representa a abreviação das palavras what, who, when, where e why (5W), e how e how much (2H). A tradução direta deixa clara sua aplicação prática, definindo: que ação deve ser feita, por quem, quando, onde e por quê? Além disso, como e a que preço? A resposta direta e objetiva a essas simples perguntas já define um Plano de Ação.

Uma segunda boa razão para se estabelecer um Plano de Ação é que a chance de execução do que se precisa fazer aumenta, tornando mais eficiente e também eficaz o trabalho em questão. Os resultados tendem a aparecer mais rapidamente e as consequências também.

Outra boa razão para se Planejar é a oportunidade de envolver a equipe em ações que beneficiem o coletivo, demostrando a importância do trabalho individual de cada um para a busca de um resultado comum. A definição de tarefas com prazos e metas a serem cumpridas é fundamental para que cada pessoa entenda que seu trabalho, direta ou indiretamente, interfere no trabalho do outro.

Mais a frente, falaremos mais sobre as etapas de um Planejamento. Por ora, fiquem com a dica de listar ações que necessitam ser feitas em seu ambiente de trabalho, definindo as mais urgentes, importantes e prioritárias. Isso é muito importante para um Planejamento bem feito!

Um abraço!

Por Márcio Sanches
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Atendimento na recepção: uma questão de atitude e atenção!

Sempre que perguntado por meus clientes sobre o que eles devem fazer para melhorar a satisfação de seus clientes com o atendimento oferecido nas recepções de seus consultórios e clínicas, respondo que se faz necessário ter atitude e, acima de tudo, atenção!

É curioso como costumamos reclamar do que acontece de errado sem, contudo, parar para nos questionar acerca dos motivos que contribuem para o erro. Comumente, temos uma visão míope das situações e circunstâncias, nos esquecendo da importância de termos o controle de tudo que se passa ao nosso redor em nosso ambiente de trabalho.

Bom, me perguntam então sobre como ter o controle de tudo que acontece ao nosso redor, e eu os respondo dizendo: com organização, processos bem definidos, planejamento e foco. Além do desenvolvimento de uma cultura estratégica, no entanto, faz-se necessário no que tange à prestação de um bom serviço de atendimento, seja em saúde ou não, conhecer pessoas, reconhecer suas habilidades e limitações, e trabalhar para o desenvolvimento de suas
competências.

Daí é possível entender a necessidade de se ter atitude e atenção!

Atitude é importante para tomar decisões, encarar as dificuldades e buscar junto com sua equipe a solução de problemas ou para melhorar seus processos internos. Da mesma forma, importa dar exemplo, demonstrar suas crenças, seus valores e deixar claro que não se espera que um ser humano seja infalível, mas que busque incessantemente caminhos para aprender e corrigir seus erros e suas deficiências.

A perseguição de metas e o acompanhamento de resultados, a observação dos diferentes perfis dos clientes que visitam sua clínica e o acompanhamento das rotinas administrativas estabelecidas para otimização de processos requerem atenção.

Nesse sentido, capacitar-se e buscar orientação para a melhor estruturação de rotinas e processos na recepção de seu consultório é a chave para atingir a maior satisfação de seus clientes com o serviço prestado por você. Entenda que a percepção de qualidade pelo cliente é algo complexo e, portanto, multifatorial. Mas, no fim, você precisa agradar a todos eles!

Um abraço!

Por Márcio Sanches
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2012 com muitas mudanças para você!

A Clinimkt está com inúmeras novidades este ano. Nosso novo web site está no ar. Mais dinâmico e de fácil navegação, ele traz em sua página de abertura especial destaque para nossos serviços, possibilitando acesso a orçamentos online, o que agiliza ainda mais seu contato conosco. Um chat para atendimento online também foi disponibilizado para sua maior conveniência e conforto.

Outra novidade será a oferta ao longo do ano de palestras gratuitas para recepcionistas e atendentes de consultórios e clínicas, abordando o tema “Atendimento Como Diferencial Competitivo”. O tema foi cuidadosamente escolhido, uma vez que todos sabem que hoje em dia não basta apenas conhecimento técnico para satisfazer nossos clientes. Precisamos superar suas expectativas e encantá-los! E isso requer desenvolver inúmeras outras competências, especialmente comportamentais, além de ter uma equipe treinada e capacitada para oferecer um bom atendimento.

Outra grande novidade será o lançamento em breve de um novo produto, voltado para o marketing da sala de espera. Este ambiente é quase sempre negligenciado, o que constitui grave erro. Além de entreter seus pacientes, inúmeras ações de marketing podem acontecer neste ambiente, e nós vamos auxiliá-lo no sentido de melhor aproveitar este espetacular espaço em seu consultório.

Nossos cursos de marketing retornarão em abril, passando também a serem oferecidos em São Paulo. Além disso, em breve, passaremos a disponibilizar uma série de cursos também em formato EAD (ensino à distância), o que possibilitará colegas de outros estados realizarem nossos cursos sem prejuízo de tempo e a um custo acessível.

Por nosso perfil inovador, buscamos incessantemente novos desafios, melhorando nossos processos e adequando nosso portfólio de serviços para melhor atendê-lo em suas necessidades de comunicação e marketing.

Confira nossas mudanças e nos dê sua opinião sobre o que achou delas. Tendo alguma sugestão ou comentário, não hesite em nos contatar.

Um abraço e um ótimo 2012, de muito sucesso e paz!

Por Márcio Sanches
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