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CliniMKT participa de produção de conteúdo do blog EmpreendeMED


Mais uma parceria é feita em nossa empresa. A Clinimkt agora participa do blog EmpreendeMED, com artigos escritos por Dr. Márcio Sanches, diretor da Clinimkt.

O objetivo do blog é capacitar médicos, através de artigos a respeito de empreendedorismo, marketing, comunicação, planejamento estratégico, dentre outros assuntos relacionados.

A parceria entre Dr. Márcio e Dr. André Bressan, pediatra e um dos fundadores do blog, já tem algum tempo. Eles se formaram juntos em medicina pela UFRJ em 2000. O convite para participar do blog veio após um reencontro através da Internet e ao perceberem que ambos possuem experiência na área de empreendimento e gestão em saúde.

Confira o blog e participe de discussões sobre assuntos que tange o empreendedorismo médico. www.empreendemed.com.br.
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Equipe Clinimkt participa de palestra no CID


Foi realizado evento com programação de palestras dias 18 e 19/8, no CID - Centro de Investigações Diagnósticas, no Rio de Janeiro, com objetivo de evidenciar o papel dos médicos na equipe de uma clínica.

Através de dinâmicas divertidas e ilustrativas, as palestras mostraram que este profissional deve desenvolver atividades além do que é esperado, como o atendimento integral aos pacientes, superando as expectativas. Mesmo que estes estejam na clínica apenas para uma consulta de rotina.

Dr. Márcio Sanches, diretor da Clinimkt participou do evento palestrando sobre qualidade no atendimento. “Tratamos dos aspectos que compõe um atendimento de qualidade, passando pelas competências em gestão e em atendimento propriamente ditas, considerando 3 principais momentos do atendimento: pré-consulta (busca pelo serviço, agendamento da consulta/procedimento), consulta e pós-consulta (imediata e tardia)”.

Este assunto será abordado também no Curso Intensivo de Gestão para Médicos no dia 8/10, no Auditório da Clínica São Vicente, na Gávea.

Mais informações e inscrições através do site e-mail secretaria@clinimkt.com ou pelo telefone (21) 3521 9148 ou (21) 9510 9795.
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Equipe CliniMKT participa de Reunião Científica na SOCERJ


Dr. Marcio Sanches, diretor da Clinimkt, participará, no dia 27/8, da Reunião Científica Mensal da Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio de Janeiro (SOCERJ). Sua palestra será: "Visão de carreira médica - como ter um consultório de qualidade".
Saiba mais através do site www.socerj.org.br
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Muito além do juramento de Hipócrates

É cada vez mais freqüente a percepção por parte dos brasileiros de que o atual modelo de saúde vigente em nosso país privilegia a doença em detrimento da saúde. Trata-se de um assunto que merece ser discutido a partir de inúmeros pontos de vista, uma vez que evidencia o fato de a situação da saúde no Brasil seguir de mal a pior.

A prática cada vez mais constante das operadoras de saúde interferindo no ato médico vem tornando o exercício da medicina extremamente difícil. E quem vivencia esse cotidiano, seja profissional ou paciente, há muito percebe o quanto estamos caminhando rumo ao colapso.

A busca por “soluções” de redução de custo por parte daqueles que ditam as regras de mercado em nossa profissão está longe de atender ao objetivo maior da saúde, que é a sua promoção.

Tal resultado não passa certamente pela compensação de alguns por pedirem menos exames complementares, mas sim, por contribuírem para que tais exames sejam solicitados com base em critérios clínicos conscientes, realmente a fim de complementarem um diagnóstico que, em grande parte, jamais prescindirão de uma boa anamnese e de um exame físico minucioso do paciente, mesmo com todos os avanços tecnológicos.
A questão, portanto, deve passar pela reflexão sobre o porquê dos médicos hoje em dia solicitarem exames de maneira equivocada e indiscriminada.

A começar, e talvez sendo esta a maior de todas as causas, observamos um aumento espantoso do número de faculdades de medicina no Brasil concentrado na última década. Para se ter uma idéia da gravidade da situação, de 1996 para cá foram criadas 96 novas escolas de medicina. Até 1996, tínhamos 83 escolas, dentre as quais 51 públicas. Hoje, às 32 escolas particulares somaram-se mais 69.

Não bastasse o número impressionante de novas escolas criadas em tão pouco tempo, o controle sobre a capacidade técnica dos profissionais lançados no mercado pela grande maioria dessas escolas é inexistente. Os conselhos regionais de medicina, responsáveis por autorizarem o exercício da prática médica pelos egressos, atuam, como relatado anteriormente pelo médico e ex-ministro da saúde Adib Jatene, como verdadeiros cartórios, expedindo carteiras profissionais mediante a apresentação de diplomas.

Como um sem número de faculdades de medicina não dispõe de condições básicas para a formação adequada de futuros médicos, a saber, complexo médico hospitalar, ambulatorial e de emergência, com capacidade de receber e treinar internos e residentes, constituindo-se em referência regional de atendimento, o que se vê é um número considerável de jovens chegar ao mercado de trabalho com comprometimentos sérios de capacitação, habilidades e do desenvolvimento de compromissos éticos e sociais indispensáveis ao adequado e responsável exercício da profissão.

Como resultado, nos deparamos com uma massa de profissionais mal qualificados que, por também não terem acesso em seus cursos de graduação a matérias que estimulem neles o empreendedorismo e o desenvolvimento de uma cultura estratégica, indispensável na condução da vida de qualquer profissional, digladiam-se quase sempre nos grandes centros e nas principais capitais dos estados mais ricos. Formam, assim, uma farta mão-de-obra especializada a serviço das inúmeras operadoras de saúde e, com isso, forçam para baixo o valor dos honorários médicos. Um círculo vicioso, uma vez que identificamos em locais menos favorecidos, como as regiões norte e nordeste, cidades e localidades com extrema carência de médicos. Tal situação, por conseqüência, inclusive serve de estímulo político à criação de mais escolas médicas.

O que propor, então, como medida para solucionar essa grave situação? A resposta certamente não é fácil, muito menos está contida em apenas uma ou quiçá poucas ações. Alguns exemplos podem talvez servir como base para repensarmos nosso modelo atual de saúde, principalmente considerando a convivência salutar que pode advir da complementação da saúde pública pela privada.

Na Inglaterra, por exemplo, o médico é mais bem remunerado de acordo com indicadores de saúde da população que está sob sua supervisão e cuidado. Premia-se o profissional pela promoção de saúde, não pela doença!

Contudo, devemos ter claro que a solução dessa questão encontra-se presente na mudança de atitude dos vários setores da sociedade, tendo eles seus papéis muito bem definidos.

À sociedade cabe estar atenta e cobrar mudanças de fato na forma como a oferta de saúde é feita à população. Cabe eleger representantes no executivo e no legislativo para que representem e trabalhem por seus interesses e não pelo interesse de uma minoria que capitaliza a doença, nos fazendo adoecer cada dia mais.

Aos pacientes cabe conhecer melhor seus médicos, as operadoras de saúde e sua rede credenciada, a fim de serem capazes de separar o joio do trigo. Atualmente, isso vem se tornando cada vez mais possível pelo maior acesso a informações. Importa também questionarem e denunciarem o mau atendimento, as condições precárias de alguns ambientes de saúde. Cabe a eles ainda, participarem de discussões sadias em torno das políticas públicas, que nos afetam não só quando buscamos atendimento médico em um hospital ou policlínica, mas também nos inúmeros episódios de violência a que todos nós estamos sujeitos nos principais centros urbanos, fruto de baixos investimentos em educação e promoção de qualidade de vida à população.

Aos políticos e governantes, cabe rever a forma de se regular a saúde, repensar investimentos na saúde pública e impedir o desenfreado crescimento do número de escolas médicas devendo, inclusive, eliminar aquelas que contribuem para a formação de profissionais incapazes e despreparados.

Às entidades de classe (conselhos regionais e federal, associações médicas, sindicatos e sociedades de especialidades) cabe interferir de maneira mediadora na promoção da discussão de soluções para a redução de custos associados à saúde, contribuindo para a disseminação da ideia de que a prática de “medicina de ponta” necessariamente não passa pela aquisição de tecnologias de alto custo e acesso a exames sofisticados, mas sim pelos preceitos que norteiam a nossa profissão: a adequada coleta de informações através do diálogo com o paciente e do seu exame físico detalhado, que possibilita um diagnóstico preciso, na maioria das vezes, sem a necessidade de exames complementares.

Aos médicos cabe, como principais interessados no assunto, fazerem valer suas condições de educadores e promotores de saúde, devendo se organizar e se fazer ouvir no que tange à necessidade de terem, além de salários e honorários mais dignos, melhores condições de trabalho, além da preservação do direito de continuarem a exercer a profissão com isenção e autonomia, estando sempre comprometidos com o objeto de sua atenção, o ser humano.

Por Dr. Márcio Sanches, Médico e Diretor da Clinimkt
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Médico – item de produção em série!


Vez por outra nos deparamos com a notícia de que uma nova escola de medicina está prestes a abrir as portas. Inúmeras são as justificativas para tal fato, sejam elas políticas, econômicas, sociais ou de qualquer outra natureza.

O médico e ex-ministro Adib Jatene certa vez comentou sobre o assustador aumento do número de escolas médicas no Brasil, notadamente nos últimos 15 anos, quando pulamos de cerca de 96 para mais de 180 escolas. Em número total de médicos, este crescimento representou no mesmo período um crescimento de cerca de 30%.

A questão que gostaria de comentar neste breve texto diz respeito à real necessidade de sermos atualmente o segundo país no mundo em número de escolas de medicina, perdendo apenas para a Índia. Até mesmo os Estados Unidos possuem menos escolas que nós.

É visível a crise pela qual passamos na área da saúde em nosso país, seja no ambiente público como no privado. Emergências lotadas, enormes filas de espera, maus tratos a pacientes e desrespeito aos médicos, que muitas vezes são obrigados a trabalhar em precárias condições, com remunerações indignas, são alguns exemplos de como estamos indo mal.

Caso analisemos outros estados como, por exemplo, os do Norte e Nordeste, a situação é ainda mais crítica, com carência explícita de serviços básicos e imprescindíveis para a garantia e sobrevivência da vida com alguma qualidade.

Até que ponto a abertura de novos cursos de medicina resolvem ou amenizam este problema? Penso que seria mais lógico, antes de aumentar o número de médicos, criar ações que estimulassem recém-formados a atuarem em outros estados, fora da região sudeste, que concentra mais de 50% dos médicos ativos do Brasil.

Além disso, antes de aumentarmos o número, vale uma reflexão sobre a qualidade da formação do médico, da forma como se planeja e estimula a reciclagem profissional, e também de como atestá-la periodicamente. Só assim caminharemos rumo a um futuro melhor e com uma medicina de melhor qualidade, servindo à nossa população de maneira adequada e nos garantindo justas oportunidades e realização profissional.

Márcio Sanches - Diretor da Clinimkt
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Agindo hoje, pensando no amanhã!


Em nosso Curso Intensivo de Gestão para Médicos, destacamos de maneira bastante intensa a importância dos profissionais de saúde desenvolverem internamente uma cultura estratégica. Gostaria de percorrer alguns pontos que, em minha opinião, justificam essa preocupação.

Em geral, cursos na área biomédica exigem um longo período de formação. Na medicina, por exemplo, para completar sua formação com uma especialidade médica, mestrado e doutorado, o médico pode levar mais de 15 anos. Certamente, nesse período, é muito difícil imaginarmos que esse profissional conseguirá acumular muitos bens e capital.

A própria escolha da especialidade merece atenção nesse contexto, uma vez que em 10 anos, muita coisa pode mudar. Lembro-me de quando entrei na faculdade no início dos anos 90 que pouco se falava de ferramentas da biologia molecular como, por exemplo, PCR (Polymerase Chain Reaction). No entanto, alguns anos depois, essa ferramenta passou a ser amplamente utilizada não só em pesquisas como também para avanços importantes na medicina diagnóstica. Ter tido contato com a técnica certamente me favoreceu adiante em minha formação como médico.

Outro fator importante diz respeito ao local onde se instalar para desempenho da profissão. Grandes centros em geral nos oferecem inúmeros atrativos, mas são super disputados e nos garantem poucas oportunidades, salários mais baixos e maiores desafios. Cidades menores, localidades no interior, apesar de inicialmente apresentarem-se como lugares distantes que nos isolam do “saber” e dos atrativos da vida cosmopolita, podem ser excelentes opções para a construção de uma vida mais saudável, tranqüila e feliz. Ainda mais com a internet nos conectando a qualquer tempo e a todos!

Ainda, além de não dever se envolver em empreendimentos arriscados e que exigem altos investimentos em um curto período, os profissionais de saúde precisam da mesma forma estar preocupados em alinhar seus planos profissionais aos planos pessoais. Isso muitas vezes é motivo de grande frustração e desencantamento com a profissão, principalmente entre casais com profissões diferentes e com rotinas incompatíveis.

Estejamos certos de que muitos desafios encontraremos em nossa longa jornada de percurso incerto e resultados inesperados. Mas, tal qual em uma viagem, o planejamento prévio e os ajustes ao longo do caminho nos indicarão a melhor estrada a seguir, o momento de estar atento e a hora de pisar no acelerador e de seguir em frente. Ah! E não devemos desmerecer a ajuda providencial de quem pode atravessar acidentalmente nossos caminhos.

Márcio Sanches - Diretor da Clinimkt
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Publicações – nova página do site da Clinimkt


A partir deste mês, nosso site passou a exibir uma nova página – Publicações. A idéia foi disponibilizar aos que nos visitem todo conteúdo gerado por nossa empresa e por nossos parceiros. Além disso, compartilhamos fotos e depoimentos dos colegas que participam de nossos eventos.
Acesse a nova página e confira nossos textos e artigos. Participe também com seus comentários em nosso blog e nos brinde com suas opiniões e idéias.

Acesse a página Publicações - http://www.clinimkt.com/index.php/publicacoes

Destaques da página:
1. Confira o novo Curso Intensivo de Gestão para Médicos. Novo formato e agora com consultorias personalizadas para você, exclusivamente em seu consultório.
Inscreva-se hoje mesmo na próxima turma de outubro!

2. A partir deste mês passamos a oferecer novos serviços em Gestão de Pessoas – seleção e recrutamento, treinamentos especializados, entre outros. Entre em contato conosco para saber mais.
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