0

Seminário de responsabilidade civil e direito médico gera interação entre o público


Dever de informar, equipe cirúrgica e erro anestésico, violação do sigilo profissional e erro médico e de diagnóstico foram alguns dos temas abordados no Seminário de responsabilidade civil e direito médico, promovido pela Clinimkt em parceria com o Centro de Estudos e Pesquisas Genival Londres, na Clínica São Vicente, Gávea. O evento, que aconteceu na última quinta-feira,19 de maio, teve como principal objetivo contextualizar e discutir aspectos legais que norteiam a prática médica.

Para o advogado e professor universitário Eduardo Padilha, um dos palestrantes, os pontos de destaque no evento foram: o conhecimento das posições dos tribunais sobre a responsabilidade civil médica e o conhecimento dos argumentos jurídicos capazes de contribuir para as defesas nos processos indenizatórios desencadeados por pacientes. “Promover um debate desse nível foi importante para contribuir nos avanços de conceitos de cidadania e para a melhoria da relação entre o paciente e a instituição de saúde”, comentou a advogada e diretora de relacionamento estratégico da Clínica São Vicente, Françoise Vaillant, outra palestrante. Ela lembrou que a intenção do evento, de esclarecer dúvidas e permitir aos participantes apresentar opinião sobre o tema, foi atendida, já que a platéia participou ativamente do evento.

O seminário agradou aos participantes. Para Isaac Miranda, médico intensivista, o evento gerou interação entre os participantes. “A interdisciplinaridade e a interatividade entre os profissionais foi o que mais me chamou atenção no seminário”, disse Isaac. Bruno Duarte, clínico, também gostou de participar do evento: “O conteúdo foi muito interessante e o tema geral, o direito na área médica, foi de vital importância para o médico”.

Segundo Cláudio Vieira, ouvidor médico da Clínica São Vicente, os palestrantes conseguiram focar no tema e atender aos interesses de um público bastante diversificado. “Os palestrantes mostraram-se muito confiáveis, dominando os temas com muita habilidade. Eles conseguiram esclarecer as dúvidas de todos os participantes”, observou Cláudio.

Para Márcio Sanches, médico e diretor da Clinimkt, discussões como essa devem ser estimuladas entre os médicos. “Atualmente, é imprescindível que o médico tenha ciência de tudo que possa interferir na sua prática, a fim de garantir sua autonomia, agindo conforme as leis”, comenta Márcio.
Leia Mais
0

Comunique-se e melhore sua gestão


Vivemos num momento em que o acesso a informações se dá por diferentes mecanismos e recursos, parecendo ser algo simples, seja por meio de jornais, rádios, revistas, livros, outdoors, e ainda, tudo isto exibido via internet. Muitas vezes, diante dessa suposta facilidade, gestores de empresas e instituições esquecem que a comunicação cotidiana, face a face, o bom dia e o boa tarde são de grande importância. “Para quê se em minha empresa existe um bom informativo e uma excelente intranet?”, podem questionar uns. Mas trata-se de um pensamento equivocado e que resulta na construção da imagem da instituição de maneira deturpada.

Podemos dizer que comunicar é administrar informações, harmonizar interesses, estabelecer vínculos, educar e construir valores. Valores esses que devem ser colocados em prática no dia a dia de trabalho, seja em consultórios, clínicas ou hospitais. Esses conceitos são primordiais para se obter boa gestão e administração de uma empresa, e vital para o sucesso de um negócio.

No livro Tudo é Comunicação, de Paulo Nassar, o autor pergunta qual é a boca de sua organização. Ele usa a boca, metaforicamente, como o discurso de uma empresa. “Ela é uma representante do poder organizacional, emissora de indícios, sinais, ordens, verdades e mentiras. Ou uma fenda de dissimulação, da aparência, fechadura retórica, véu, tecido, ‘burka’, máscara e teatro”. (NASSAR, 2006, p.19)

Com a velocidade com que as informações circulam, num mercado de trabalho cada vez mais competitivo, e, por que não dizer, impessoal, não basta criar meios de comunicação, como jornais internos, intranet e site, mas sim criar e manter um bom relacionamento com os colaboradores e clientes. Funcionários esclarecidos e trabalhando com boa vontade são fundamentais para a construção ou a consolidação da boa imagem de uma empresa.

Cabe lembrar ainda que a comunicação interna não é feita apenas pelo setor de comunicação da empresa, que deve ser constituído por profissionais preparados para administrar e sistematizar o fluxo de informações. É tarefa de todos que integram a organização. Afinal de contas, não existe nada pior para um negócio do que gestores e funcionários comunicando-se mal. Tudo se confunde e os objetivos não são alcançados. Comunicar é organizar, tornar comum. Como já dizia Chacrinha, “quem não se comunica, se trumbica”. E aí, já detectou como está a boca da sua empresa?

Jamille Marinho - Assistente de Marketing da Clinimkt
Leia Mais
0

Comunicação – desafio constante!


A decisão sobre desenvolver o próprio negócio é o ponto de partida para se pensar a respeito dos vários aspectos que envolvem a noção exata do verbo empreender, seja qual for o ramo de atividade. E um deles, talvez o mais importante e fundamental, é dar atenção a todos os aspectos de comunicação que estarão envolvidos nesse processo, desde o seu surgimento.

A definição de uma identidade visual, por exemplo, é uma das partes mais importantes desse processo, uma vez que o profissional será lançado no mercado por meio de sua marca. Ter coerência com a proposta de serviço, o estilo pessoal, o estilo de sua clínica e, principalmente, o posicionamento que pretende conquistar no mercado são fatores que não podem passar despercebidos no processo de criação dessa identidade visual.

A comunicação com os diferentes públicos (clientes, fornecedores, parceiros e colaboradores) deve ser cuidadosamente planejada, levando-se em conta as características particulares e relevantes de cada um deles. Uma comunicação mal feita pode ser desastrosa, transmitir uma ideia totalmente avessa à pensada em sua ação e trazer prejuízos reais e desnecessários ao profissional. A análise prévia do perfil dos públicos a serem atingidos, a correta definição de objetivos e a preocupação em se ter um eficiente banco de dados para controle e medição de resultados são imprescindíveis no desenvolvimento de um plano de comunicação.

Uma idéia pode ser comunicada de diferentes maneiras e com o uso de ferramentas distintas. Podemos nos comunicar ao falar diretamente a alguém, utilizando a nossa capacidade de verbalizar o pensamento. Mas podemos fazer a mesma coisa utilizando veículos de comunicação tradicionais (jornais, revistas, periódicos etc.), assim como peças publicitárias (folder, flyer, outdoor, busdoor etc.), internet (newsletter, web site, e-mail marketing etc.), entre outras ferramentas.

O que importa, na verdade, é ter clareza sobre o que se deseja comunicar, para quem e, ao longo do processo, avaliar se a comunicação está atingindo seu objetivo. Para isso, é fundamental fazer-se claro para o público ou os públicos a serem alcançados. A forma ou a linguagem escolhida importam sobremaneira esse aspecto. Saber o quê, como, quando e para quem dizer algo é uma habilidade a ser desenvolvida por nós profissionais da área da saúde.

Ter um material de comunicação adequado à sua proposta e ao tamanho do seu negócio, de linguagem objetiva, simples e elegante, evidencia os cuidados que temos com o que é nosso, em primeiro lugar. Da mesma forma, se bem produzido, transmite qualidade, eficiência, responsabilidade, ética, especialização e, ainda, contribui para a conquista do público selecionado previamente em um planejamento estratégico de marketing.

Por fim, é importante desenvolver internamente, independente de estarmos falando de um consultório, clínica ou hospital, mecanismos de medição de resultados para qualquer ação de comunicação realizada. Dessa forma, será possível analisar e definir as ações que gerem melhor custo-benefício e aumento na captação de pacientes, na fidelização desses, ou qualquer outro que seja o objetivo previamente estabelecido, sempre tendo como foco o alcance de maior visibilidade e credibilidade.

Márcio Sanches - Diretor da Clinimkt
Leia Mais
 

2010 ·Check Up by Clinimkt - Marketing em Saúde - Template: TNB - Este site é melhor visualizado no navegador Mozilla Firefox.