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Planejamento estratégico de marketing


É fundamental planejar todos os passos a serem dados para atingir os objetivos traçados, otimizando tempo e dinheiro. Este tipo de ação tem resultados duradouros, a longo prazo.

Com um trabalho detalhado e preciso, é possível criar estratégias para melhor atender as espectativas do cliente e fazer com que a carreira profissional seja mais concreta. Parece fácil, mas é necessário que isto seja construído diariamente, levando em conta um planejamento prévio.

Traçar objetivos, criar alianças e possuir bom senso são premissas básicas para que se tenha um negócio promissor.

A Clinimkt possui o serviço de Planejamento Eestratégico em Marketing, como uma empresa especializada em marketing para saúde, lança mão de recursos e profissionais que podem auxiliar em seu objetivo final.
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Midias sociais: por que te quero?


Muito se fala sobre mídias e redes sociais nos dias de hoje. Mas o que será e qual o objetivo deste boom?

Para Raquel Recuero, “o que muitos chamam de mídia social, compreende um fenômeno complexo, que abarca o conjunto de novas tecnologias de comunicação mais participativas, mais rápidas e mais populares e as apropriações sociais que foram e que são geradas em torno dessas ferramentas” (Livro Para Entender as Mídias – 2011 – artigo de Raquel Recuero).

Apesar de termos as mídias e redes sociais de maneira atuante em nosso dia a dia, é imprescindível que não se esqueça da comunicação olho no olho. No artigo “Mídia social não é padaria”, de Mariela Castro, publicado dia 22 de novembro no site Exame, fala sobre como as pessoas e empresas se confundem com a comunicação digital e encaram a interação digital como primordial.

As redes sociais são ferramentas de grande importancia para o fluxo de comunicação e para a interação, e devem ser vistas como um ótimo auxílio a serviço da melhoria da comunicação entre as pessoas, e não como a peça principal.

De acordo com Mariela, “mídias digitais só aumentaram a nossa percepção de que a comunicação continua sendo o bem mais precioso para se conseguir tudo, ou quase tudo. No entanto, muita gente ainda encara mídia social de maneira equivocada. Não é padaria, não produz em série, não usa sempre a mesma receita”.

Para atingir o público alvo, é imprescindível ter e manter interação através das mídias sociais. Mas é necessário que esta utilização seja consciente. Se for decidido que será utilizada uma ou mais redes sociais num empreendimento, sem ter em mente o objetivo real desta ação, isto levará a um desperdicio de tempo, dinheiro e mão de obra. Ao se tratar de comunicação interna e relacionamentos pessoais, é de grande valor que o face a face nunca seja esquecido.

Por Jamille Marinho
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Planejamento na odontologia

Distribuição de flyers pelas ruas, anúncios em jornais e revistas, imagem exibida em outdoors. É assim que muitos dentistas se posicionam para terem seu trabalho reconhecido e, consequentemente, ter a presença de muitos pacientes em seus consultórios. Mas será esta a única forma de trabalhar a imagem destes profissionais?

A utilização deste tipo de serviço ligado à publicidade é importante e necessária, mas também é preciso lembrar da importância de trabalhos que possuam resultados a longo prazo, como planejamento e atendimento de qualidade.

De acordo com Fernanda Prado, dentista e parceira da Clinimkt, esta publicidade exagerada, massifica e desvaloriza a classe dos dentistas. “Quem se promove apenas desta forma, usa estes veículos para vender mais seus serviços. Em contrapartida, muitas vezes, faz com que a odontologia se torne um comércio”, explica Fernanda.

Exibir apenas os serviços feitos no consultório odontológico nem sempre é a melhor forma de ter o trabalho reconhecido. Se mostrar veiculado à promoção de saúde é um ótimo caminho, pois trabalha a imagem do profissional veiculada a informações relevantes à população.

Para ter diferenciais profissionais, é necessário que se tenha aperfeiçoamento e investimentos na formação técnica, além de um bom planejamento. Para Fernanda, todos os dentistas estudam cinco anos para ter um consultório dentro dos modelos estabelecidos, mas a realidade é diferente. “O mercado está muito competitivo, temos uma relação profissional X paciente maior do que a preconizada pela Organização Mundial de Saúde e uma população que não tem acesso ao tratamento odontológico particular”, comenta.
Desta forma, é primordial que se lance mão de trabalhos que fortaleçam e concretizem a imagem do profissional, como a escolha de um posicionamento, definindo como o profissional que ser reconhecido, plano de carreira e organização.

É importante ainda, que se tenha boa comunicação interna, lembrando que comunicação é feita sempre de dentro para fora. Funcionários que se comunicam e se entendem bem, fazem com que a empresa transpareça de forma positiva para o público.

Segundo Fernanda, os itens apresentados são de grande importância, já que o profissional (dentista) que entra no mercado tem que se adaptar ao novo modelo em que a competitividade é mais acirrada, estabelecendo um bom planejamento para que se consiga, de forma ética, atingir os objetivos desejados.

Por Jamille Marinho
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CliniMKT em novo endereço


A CliniMKT inaugurou no dia 3 de novembro seu novo escritório, localizado na Rua México, 119, sala 209, no Centro do Rio de Janeiro.

Para comemorar, amigos, parceiros e integrantes da equipe da empresa se reuniram no novo local de trabalho numa noite muito agradável.

Confira as fotos no Facebook. Faça parte de nossa rede!
http://pt-br.facebook.com/people/Clini-Mkt/100002286804164

Acesse também nosso site - www.clinimkt.com

Grande abraço
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Nova agenda de cursos para 2012

O ano de 2011 está chegando ao fim, e gostaríamos de agradecer a todos que participaram de nossos cursos e seminários. A presença nos eventos, o interesse pelos temas abordados e as contribuições particulares de cada um com sugestões e críticas foram extremamente bem vindas e importantes para o sucesso dessa empreitada.

Para o próximo ano, trabalharemos ainda mais para inovar!

A fim de melhor atender às particularidades de cada segmento, planejaremos cursos específicos para as áreas médica, odontológica e veterinária. Farão parte do nosso time profissionais respeitados, identificados com cada segmento, e que muito contribuirão para nosso aperfeiçoamento em temas como administração, finanças e contabilidade, comunicação e marketing, responsabilidade social, empreendedorismo e mídias sociais.

Nosso plano também é de ampliar o relacionamento entre nossos alunos, desenvolvendo uma rede de relacionamento de alto nível, onde todos possam contribuir para o sucesso uns dos outros. Mais novidades virão por aí nesse sentido!

Fiquem atentos para a divulgação em nosso site da agenda de 2012. Planejem-se para aproveitar ao máximo todo o conhecimento que estará acessível a vocês.

Até lá, uma vez mais, o nosso muito obrigado!

Abraços!

Por Márcio Sanches
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Novidades: Clinimkt em terras paulistanas


É com muito orgulho que comunicamos aos nossos clientes, parceiros, colaboradores e amigos que, a partir do mês de novembro, a Clinimkt terá filial no maior centro comercial do Brasil, São Paulo.
Após 6 anos de muita luta e dedicação aos nossos ideais, em prol do desenvolvimento de um portfólio de serviços diferenciados em marketing focado na área da saúde, nos encontramos em um momento bastante feliz, sentindo-nos maduros e preparados para alçar voos mais altos e ampliar nossa oferta de serviços.
E não é só esta novidade! Nossa ida para São Paulo coincide com a chegada à empresa de mais dois médicos, o Dr. André Bressan, um querido colega de turma, e seu parceiro de muitos anos, o Dr. Bruno de Castro. Ambos possuem grande experiência administrativa e vêm se dedicando há anos ao estudo do empreendedorismo na área da saúde, participando de inúmeros eventos e escrevendo em diversos blogs, dentre os quais destaco o EmpreendMed (www.empreendmed.com.br).
Com a chegada desses colegas, ampliamos ainda mais nossa oferta de soluções para a área da saúde, uma vez que passamos a contar com toda experiência em gestão administrativa trazida por eles.
Com isso, a Clinimkt vem trabalhando para alcançar seu sonho de manter-se na vanguarda na oferta de serviços diferenciados e integrados, que auxiliem profissionais de saúde em todo o Brasil a desempenharem melhor suas funções, com planejamento, qualidade e satisfação.
E preparem-se, em breve mais novidades virão!
Um abraço!

Por Márcio Sanches
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A hora de planejar é agora!


A proximidade do fim de ano, ao mesmo tempo em que nos lembra das celebrações com a família e amigos, nos deveria servir para um balanço de tudo que foi positivo ou não no ano que está acabando. Isto é importante não só em nossa vida particular, mas também em nossa atividade profissional.
Deveríamos aproveitar os meses de novembro e dezembro para planejar o ano seguinte. Sentar com nossa equipe (mesmo que ela seja composta apenas de nossa secretária) e rever planos, metas e resultados. Fazer realmente uma análise crítica dos objetivos traçados e dos frutos colhidos.
A grande questão é que os planos estão quase sempre em nossas cabeças. Não os compartilhamos com ninguém e, muitas vezes, sequer os comunicamos. Depois queremos cobrar por resultados não alcançados.
É hora de fazermos diferente. Aproveitemos essa época para reunir dados de receita, despesas, produtividade, satisfação com nosso atendimento, e analisemos tudo isso a fim que nos gere INFORMAÇÃO! De posse de informação, nos será possível trabalhar no sentido de rever estratégias e metas, estando abertos para ouvir sugestões de todos aqueles que podem nos auxiliar.
Isso requer algum esforço, mas se quisermos vencer, isto necessário.
Nesse sentido, consultorias especializadas podem ser muito úteis, a fim de direcionar a coleta de dados, auxiliar na interpretação das análises e, principalmente, na formatação de um PLANO DE AÇÃO.
Pensem nisso e não deixem escapar a chance de pensar em suas vidas profissionais.

Um abraço!

Por Márcio Sanches
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Clinimkt realiza mais um Curso Intensivo de Gestão para Médicos


Mais um evento promovido pela Clinimkt possibilitou médicos e demais profissionais do ramo conhecerem melhor sobre estratégias de marketing e de gestão. O Curso Intensivo de Gestão para Médicos – Módulo Marketing ocorreu no dia 8 de outubro, no centro do Rio de Janeiro.

Mostrar que é possível trabalhar no setor de saúde e ter diferenciais competitivos, tais como ações de marketing, planejamento estratégico, bom relacionamento interpessoal e atendimento de qualidade, foi o principal objetivo do curso.

Desta vez, o curso contou com novas palestras e o público participou de dinâmica a fim de fixar e colocar me prática o que foi aprendido. “Os exercícios são de grande importância para o aprendizado. Além de integrar o grupo e tornar o ambiente ainda mais agradável”, comenta Dr. Márcio Sanches, Diretor da Clinimkt.

As palestras foram ministradas por grandes nomes da medicina, comunicação e economia. Assuntos como mercado da saúde no Brasil, comunicação em saúde, como construir uma vida financeira mais saudável e atendimento foram abordados na ocasião.

O conteúdo agradou aos participantes: “achei o curso maravilhoso, pois agregou conhecimento. Para mim foi ótimo porque é um ramo diferente, já que tudo é colocado para a área da saúde”, diz Daniel de Oliveira, administrador.

“O curso foi muito bom, com muita aplicabilidade prática”, comenta Renato Campello, veterinário. Ao falar sobre o que mais achou importante para seu dia a dia profissional, ele revela: “a necessidade de comunicação com as pessoas”.
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A importância da sala de espera na fidelização de pacientes


Muito se reclama da sala de espera em consultórios médicos e odontológicos. E muitas são as razões para isso. O que pouco se fala é sobre o papel fundamental e quase nunca explorado deste ambiente, rico em oportunidades para se promover o relacionamento entre o profissional de saúde e seu cliente.

Embora conheça muitos colegas que investiram bastante na construção de ambientes de espera confortáveis para seus clientes em seus respectivos consultórios, tenho a sensação de que poucos aproveitam todas as suas potencialidades.

Em primeiro lugar, mais que conforto, o que esperamos como clientes é não esperar muito. Porque, quando isso acontece, o conforto apenas ameniza a sensação de descaso ou mau trato conosco. Nesse sentido, as dicas abaixo valem para quem não deixa seus pacientes esperando eternamente!

O controle da sala de espera é fundamental. Atualmente, são inúmeros os programas de gestão de clínicas e consultórios que disponibilizam ferramentas de fácil manipulação para gestão da sala de espera. Assemelham-se alguns a verdadeiras ferramentas de intranet, possibilitando comunicação direta com a secretária e visualização de agendas, horários e tempo de espera entre a chegada do paciente até o seu atendimento.

Vencido o obstáculo da informatização, outra dica é fazer o cliente sentir-se ocupado durante o tempo em que espera, porém não o incomodando desnecessariamente. A utilização deste tempo ocioso para o preenchimento e atualização de dados cadastrais é fundamental.

No mesmo sentido, entretê-lo com conteúdos de TV e mídias impressas (jornais, revistas etc.) relevantes e de bom nível é bastante interessante. No caso das revistas, cuidado com aquelas que vão sendo esquecidas e que nos dias atuais ainda nos trazem notícias fresquíssimas como as do lançamento do Plano Real, entre outras.

Da mesma forma, pesquisas das mais variadas formas e com os mais variados objetivos podem ser realizadas. Eu, no entanto, sugiro que as famosas caixas de sugestão sejam substituídas por um questionário objetivo, bem redigido e cuidadosamente entregue pela secretária ao cliente, como parte de uma etapa do serviço que esteja sendo prestado. A importância das respostas para o consultório deve ser evidenciada, valorizando o ato de preenchimento da pesquisa pelo cliente.

Após a consulta, o contato novamente com o cliente na sala de espera é valiosíssimo! Neste pode-se esclarecer dúvidas que porventura ainda existam, buscar informações ainda não coletadas, informar sobre eventos e fornecer material de apoio e de caráter informativo ao cliente, seja relacionado à sua doença ou de seu interesse particular.

Além de todas as dicas acima, jamais descuide do adequado treinamento de sua equipe. Para tanto, lembre-se de que os procedimentos em sua clínica precisam ser conhecidos, as rotinas estabelecidas e as funções de cada um na equipe claras e objetivas.
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Notícia da semana – Programa de incentivos para alunos de medicina

Nesta segunda-feira (5/9), a presidenta Dilma Roussef declarou que os médicos recém-formados têm a necessitam conhecer a realidade da saúde no Brasil. Desta forma, ela apresentou o programa de incentivos promovido pelo governo, com o objetivo de otimizar a distribuição destes profissionais de saúde.

“Os estudantes e médicos que se interessarem pelas demandas do SUS e do povo brasileiro terão vantagens, descontos no Fies [programa que prevê financiamento a juros baixos para pagar graduação em universidades particulares] e acesso a maior pontuação em residência médica quando optarem por satisfazer as demandas do SUS”, disse a presidenta (trecho retirado de notícia do portal G1).

De acordo com Dilma, existe a meta de abrir mais 4,5 mil vagas nos cursos de medicina por ano no País.

Veja este conteúdo através de portais de notícias:

• http://g1.globo.com/politica/noticia/2011/08/apos-criticar-emenda-da-saude-dilma-afirma-querer-investir-mais-no-setor.html
• http://www.jb.com.br/pais/noticias/2011/09/05/dilma-medicos-recem-formados-precisam-conhecer-necessidades-do-pais/

Dê sua opinião a respeito desta notícia. Vamos debater sobre assuntos que norteiam a medicina.

Grande abraço.
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CliniMKT participa de produção de conteúdo do blog EmpreendeMED


Mais uma parceria é feita em nossa empresa. A Clinimkt agora participa do blog EmpreendeMED, com artigos escritos por Dr. Márcio Sanches, diretor da Clinimkt.

O objetivo do blog é capacitar médicos, através de artigos a respeito de empreendedorismo, marketing, comunicação, planejamento estratégico, dentre outros assuntos relacionados.

A parceria entre Dr. Márcio e Dr. André Bressan, pediatra e um dos fundadores do blog, já tem algum tempo. Eles se formaram juntos em medicina pela UFRJ em 2000. O convite para participar do blog veio após um reencontro através da Internet e ao perceberem que ambos possuem experiência na área de empreendimento e gestão em saúde.

Confira o blog e participe de discussões sobre assuntos que tange o empreendedorismo médico. www.empreendemed.com.br.
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Equipe Clinimkt participa de palestra no CID


Foi realizado evento com programação de palestras dias 18 e 19/8, no CID - Centro de Investigações Diagnósticas, no Rio de Janeiro, com objetivo de evidenciar o papel dos médicos na equipe de uma clínica.

Através de dinâmicas divertidas e ilustrativas, as palestras mostraram que este profissional deve desenvolver atividades além do que é esperado, como o atendimento integral aos pacientes, superando as expectativas. Mesmo que estes estejam na clínica apenas para uma consulta de rotina.

Dr. Márcio Sanches, diretor da Clinimkt participou do evento palestrando sobre qualidade no atendimento. “Tratamos dos aspectos que compõe um atendimento de qualidade, passando pelas competências em gestão e em atendimento propriamente ditas, considerando 3 principais momentos do atendimento: pré-consulta (busca pelo serviço, agendamento da consulta/procedimento), consulta e pós-consulta (imediata e tardia)”.

Este assunto será abordado também no Curso Intensivo de Gestão para Médicos no dia 8/10, no Auditório da Clínica São Vicente, na Gávea.

Mais informações e inscrições através do site e-mail secretaria@clinimkt.com ou pelo telefone (21) 3521 9148 ou (21) 9510 9795.
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Equipe CliniMKT participa de Reunião Científica na SOCERJ


Dr. Marcio Sanches, diretor da Clinimkt, participará, no dia 27/8, da Reunião Científica Mensal da Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio de Janeiro (SOCERJ). Sua palestra será: "Visão de carreira médica - como ter um consultório de qualidade".
Saiba mais através do site www.socerj.org.br
Participe!
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Muito além do juramento de Hipócrates

É cada vez mais freqüente a percepção por parte dos brasileiros de que o atual modelo de saúde vigente em nosso país privilegia a doença em detrimento da saúde. Trata-se de um assunto que merece ser discutido a partir de inúmeros pontos de vista, uma vez que evidencia o fato de a situação da saúde no Brasil seguir de mal a pior.

A prática cada vez mais constante das operadoras de saúde interferindo no ato médico vem tornando o exercício da medicina extremamente difícil. E quem vivencia esse cotidiano, seja profissional ou paciente, há muito percebe o quanto estamos caminhando rumo ao colapso.

A busca por “soluções” de redução de custo por parte daqueles que ditam as regras de mercado em nossa profissão está longe de atender ao objetivo maior da saúde, que é a sua promoção.

Tal resultado não passa certamente pela compensação de alguns por pedirem menos exames complementares, mas sim, por contribuírem para que tais exames sejam solicitados com base em critérios clínicos conscientes, realmente a fim de complementarem um diagnóstico que, em grande parte, jamais prescindirão de uma boa anamnese e de um exame físico minucioso do paciente, mesmo com todos os avanços tecnológicos.
A questão, portanto, deve passar pela reflexão sobre o porquê dos médicos hoje em dia solicitarem exames de maneira equivocada e indiscriminada.

A começar, e talvez sendo esta a maior de todas as causas, observamos um aumento espantoso do número de faculdades de medicina no Brasil concentrado na última década. Para se ter uma idéia da gravidade da situação, de 1996 para cá foram criadas 96 novas escolas de medicina. Até 1996, tínhamos 83 escolas, dentre as quais 51 públicas. Hoje, às 32 escolas particulares somaram-se mais 69.

Não bastasse o número impressionante de novas escolas criadas em tão pouco tempo, o controle sobre a capacidade técnica dos profissionais lançados no mercado pela grande maioria dessas escolas é inexistente. Os conselhos regionais de medicina, responsáveis por autorizarem o exercício da prática médica pelos egressos, atuam, como relatado anteriormente pelo médico e ex-ministro da saúde Adib Jatene, como verdadeiros cartórios, expedindo carteiras profissionais mediante a apresentação de diplomas.

Como um sem número de faculdades de medicina não dispõe de condições básicas para a formação adequada de futuros médicos, a saber, complexo médico hospitalar, ambulatorial e de emergência, com capacidade de receber e treinar internos e residentes, constituindo-se em referência regional de atendimento, o que se vê é um número considerável de jovens chegar ao mercado de trabalho com comprometimentos sérios de capacitação, habilidades e do desenvolvimento de compromissos éticos e sociais indispensáveis ao adequado e responsável exercício da profissão.

Como resultado, nos deparamos com uma massa de profissionais mal qualificados que, por também não terem acesso em seus cursos de graduação a matérias que estimulem neles o empreendedorismo e o desenvolvimento de uma cultura estratégica, indispensável na condução da vida de qualquer profissional, digladiam-se quase sempre nos grandes centros e nas principais capitais dos estados mais ricos. Formam, assim, uma farta mão-de-obra especializada a serviço das inúmeras operadoras de saúde e, com isso, forçam para baixo o valor dos honorários médicos. Um círculo vicioso, uma vez que identificamos em locais menos favorecidos, como as regiões norte e nordeste, cidades e localidades com extrema carência de médicos. Tal situação, por conseqüência, inclusive serve de estímulo político à criação de mais escolas médicas.

O que propor, então, como medida para solucionar essa grave situação? A resposta certamente não é fácil, muito menos está contida em apenas uma ou quiçá poucas ações. Alguns exemplos podem talvez servir como base para repensarmos nosso modelo atual de saúde, principalmente considerando a convivência salutar que pode advir da complementação da saúde pública pela privada.

Na Inglaterra, por exemplo, o médico é mais bem remunerado de acordo com indicadores de saúde da população que está sob sua supervisão e cuidado. Premia-se o profissional pela promoção de saúde, não pela doença!

Contudo, devemos ter claro que a solução dessa questão encontra-se presente na mudança de atitude dos vários setores da sociedade, tendo eles seus papéis muito bem definidos.

À sociedade cabe estar atenta e cobrar mudanças de fato na forma como a oferta de saúde é feita à população. Cabe eleger representantes no executivo e no legislativo para que representem e trabalhem por seus interesses e não pelo interesse de uma minoria que capitaliza a doença, nos fazendo adoecer cada dia mais.

Aos pacientes cabe conhecer melhor seus médicos, as operadoras de saúde e sua rede credenciada, a fim de serem capazes de separar o joio do trigo. Atualmente, isso vem se tornando cada vez mais possível pelo maior acesso a informações. Importa também questionarem e denunciarem o mau atendimento, as condições precárias de alguns ambientes de saúde. Cabe a eles ainda, participarem de discussões sadias em torno das políticas públicas, que nos afetam não só quando buscamos atendimento médico em um hospital ou policlínica, mas também nos inúmeros episódios de violência a que todos nós estamos sujeitos nos principais centros urbanos, fruto de baixos investimentos em educação e promoção de qualidade de vida à população.

Aos políticos e governantes, cabe rever a forma de se regular a saúde, repensar investimentos na saúde pública e impedir o desenfreado crescimento do número de escolas médicas devendo, inclusive, eliminar aquelas que contribuem para a formação de profissionais incapazes e despreparados.

Às entidades de classe (conselhos regionais e federal, associações médicas, sindicatos e sociedades de especialidades) cabe interferir de maneira mediadora na promoção da discussão de soluções para a redução de custos associados à saúde, contribuindo para a disseminação da ideia de que a prática de “medicina de ponta” necessariamente não passa pela aquisição de tecnologias de alto custo e acesso a exames sofisticados, mas sim pelos preceitos que norteiam a nossa profissão: a adequada coleta de informações através do diálogo com o paciente e do seu exame físico detalhado, que possibilita um diagnóstico preciso, na maioria das vezes, sem a necessidade de exames complementares.

Aos médicos cabe, como principais interessados no assunto, fazerem valer suas condições de educadores e promotores de saúde, devendo se organizar e se fazer ouvir no que tange à necessidade de terem, além de salários e honorários mais dignos, melhores condições de trabalho, além da preservação do direito de continuarem a exercer a profissão com isenção e autonomia, estando sempre comprometidos com o objeto de sua atenção, o ser humano.

Por Dr. Márcio Sanches, Médico e Diretor da Clinimkt
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Médico – item de produção em série!


Vez por outra nos deparamos com a notícia de que uma nova escola de medicina está prestes a abrir as portas. Inúmeras são as justificativas para tal fato, sejam elas políticas, econômicas, sociais ou de qualquer outra natureza.

O médico e ex-ministro Adib Jatene certa vez comentou sobre o assustador aumento do número de escolas médicas no Brasil, notadamente nos últimos 15 anos, quando pulamos de cerca de 96 para mais de 180 escolas. Em número total de médicos, este crescimento representou no mesmo período um crescimento de cerca de 30%.

A questão que gostaria de comentar neste breve texto diz respeito à real necessidade de sermos atualmente o segundo país no mundo em número de escolas de medicina, perdendo apenas para a Índia. Até mesmo os Estados Unidos possuem menos escolas que nós.

É visível a crise pela qual passamos na área da saúde em nosso país, seja no ambiente público como no privado. Emergências lotadas, enormes filas de espera, maus tratos a pacientes e desrespeito aos médicos, que muitas vezes são obrigados a trabalhar em precárias condições, com remunerações indignas, são alguns exemplos de como estamos indo mal.

Caso analisemos outros estados como, por exemplo, os do Norte e Nordeste, a situação é ainda mais crítica, com carência explícita de serviços básicos e imprescindíveis para a garantia e sobrevivência da vida com alguma qualidade.

Até que ponto a abertura de novos cursos de medicina resolvem ou amenizam este problema? Penso que seria mais lógico, antes de aumentar o número de médicos, criar ações que estimulassem recém-formados a atuarem em outros estados, fora da região sudeste, que concentra mais de 50% dos médicos ativos do Brasil.

Além disso, antes de aumentarmos o número, vale uma reflexão sobre a qualidade da formação do médico, da forma como se planeja e estimula a reciclagem profissional, e também de como atestá-la periodicamente. Só assim caminharemos rumo a um futuro melhor e com uma medicina de melhor qualidade, servindo à nossa população de maneira adequada e nos garantindo justas oportunidades e realização profissional.

Márcio Sanches - Diretor da Clinimkt
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Agindo hoje, pensando no amanhã!


Em nosso Curso Intensivo de Gestão para Médicos, destacamos de maneira bastante intensa a importância dos profissionais de saúde desenvolverem internamente uma cultura estratégica. Gostaria de percorrer alguns pontos que, em minha opinião, justificam essa preocupação.

Em geral, cursos na área biomédica exigem um longo período de formação. Na medicina, por exemplo, para completar sua formação com uma especialidade médica, mestrado e doutorado, o médico pode levar mais de 15 anos. Certamente, nesse período, é muito difícil imaginarmos que esse profissional conseguirá acumular muitos bens e capital.

A própria escolha da especialidade merece atenção nesse contexto, uma vez que em 10 anos, muita coisa pode mudar. Lembro-me de quando entrei na faculdade no início dos anos 90 que pouco se falava de ferramentas da biologia molecular como, por exemplo, PCR (Polymerase Chain Reaction). No entanto, alguns anos depois, essa ferramenta passou a ser amplamente utilizada não só em pesquisas como também para avanços importantes na medicina diagnóstica. Ter tido contato com a técnica certamente me favoreceu adiante em minha formação como médico.

Outro fator importante diz respeito ao local onde se instalar para desempenho da profissão. Grandes centros em geral nos oferecem inúmeros atrativos, mas são super disputados e nos garantem poucas oportunidades, salários mais baixos e maiores desafios. Cidades menores, localidades no interior, apesar de inicialmente apresentarem-se como lugares distantes que nos isolam do “saber” e dos atrativos da vida cosmopolita, podem ser excelentes opções para a construção de uma vida mais saudável, tranqüila e feliz. Ainda mais com a internet nos conectando a qualquer tempo e a todos!

Ainda, além de não dever se envolver em empreendimentos arriscados e que exigem altos investimentos em um curto período, os profissionais de saúde precisam da mesma forma estar preocupados em alinhar seus planos profissionais aos planos pessoais. Isso muitas vezes é motivo de grande frustração e desencantamento com a profissão, principalmente entre casais com profissões diferentes e com rotinas incompatíveis.

Estejamos certos de que muitos desafios encontraremos em nossa longa jornada de percurso incerto e resultados inesperados. Mas, tal qual em uma viagem, o planejamento prévio e os ajustes ao longo do caminho nos indicarão a melhor estrada a seguir, o momento de estar atento e a hora de pisar no acelerador e de seguir em frente. Ah! E não devemos desmerecer a ajuda providencial de quem pode atravessar acidentalmente nossos caminhos.

Márcio Sanches - Diretor da Clinimkt
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Publicações – nova página do site da Clinimkt


A partir deste mês, nosso site passou a exibir uma nova página – Publicações. A idéia foi disponibilizar aos que nos visitem todo conteúdo gerado por nossa empresa e por nossos parceiros. Além disso, compartilhamos fotos e depoimentos dos colegas que participam de nossos eventos.
Acesse a nova página e confira nossos textos e artigos. Participe também com seus comentários em nosso blog e nos brinde com suas opiniões e idéias.

Acesse a página Publicações - http://www.clinimkt.com/index.php/publicacoes

Destaques da página:
1. Confira o novo Curso Intensivo de Gestão para Médicos. Novo formato e agora com consultorias personalizadas para você, exclusivamente em seu consultório.
Inscreva-se hoje mesmo na próxima turma de outubro!

2. A partir deste mês passamos a oferecer novos serviços em Gestão de Pessoas – seleção e recrutamento, treinamentos especializados, entre outros. Entre em contato conosco para saber mais.
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A importância do planejamento financeiro

Nos Seminários de finanças e contabilidade para médicos, promovidos pela Clinimkt, em parceria com a Clínica São Vicente, abordamos um assunto que é sempre muito discutido em nosso meio – a necessidade de planejarmos nossas vidas.

Nesse contexto, o planejamento financeiro é fundamental na garantia de uma vida futura tranqüila e de sucesso, tanto pessoal quanto profissional.

Desde quando iniciamos o processo de escolha de nossa especialidade, quase sempre concomitante com o fim da faculdade e com o início de nossas atividades como profissionais liberais, devemos ter em mente que por alguns anos à frente ainda necessitaremos investir, antes de lucrar com a nossa profissão.

A consciência deste fato facilita em muito o êxito de nossos empreendimentos, tanto pessoais quanto profissionais. Por exemplo, saber que teremos ainda três ou, em alguns casos, seis anos de formação complementar em determinada especialidade, implica em talvez adiar um pouco o sonho de casar e, principalmente, de ter filhos.

Da mesma forma, investir em consultório próprio, seja em sociedade ou não, deve ser uma decisão tomada com base na consciência de que deverá haver tempo de maturação suficiente para que o negócio aconteça de maneira sustentável. Isso implica em calcular o investimento de forma que ele não atrapalhe seus outros planos de vida, a fim de que tenha garantida sua qualidade de vida.

Por tudo isso, busque orientação, planeje-se e garanta a realização de seus planos de vida. Os resultados serão, certamente, compensadores em longo prazo!

Márcio Sanches - Diretor da Clinimkt
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Agentes influenciadores do processo de consumo em saúde

Independentemente da razão pela qual um indivíduo busca um serviço de saúde (doença, acidente ou ferimento), vários stakeholders (indivíduos que impactam ou são impactados em um negócio) participam de maneira direta ou indireta desse processo.

Phillip Kotler e Joel Shalowitz (Kotler, 2010, p.105-126) descrevem essa complexa rede de interesses, onde desde indivíduos mais próximos ao paciente, como seus parentes e amigos, o governo e suas instituições de saúde, as empresas de saúde, os empregadores e até mesmo fornecedores, principalmente os laboratórios de diagnóstico e as empresas farmacêuticas, exercem algum tipo de influência sobre a decisão de consumo.

Os autores sugerem ainda que algumas características pessoais influenciem a probabilidade de uma pessoa buscar serviços de saúde. São elas: idade, gênero/sexo, raça, renda e status socioeconômico, escolaridade, disponibilidade do serviço, cultura e crenças dos pacientes.

Mendoza-Sassi (2001), revisando alguns fatores que influenciam a utilização de serviços de saúde pela população brasileira, descreve um maior consumo por parte de crianças, mulheres em idade fértil e idosos.

Outro dado importante observado por Kotler e Shalowitz, descrito anteriormente por Queiroz (1993), é o papel central das mulheres como responsáveis pelos assuntos de saúde não só relacionados a si, mas também à sua família, com participação decisiva em todos os estágios do processo de decisão de compra: reconhecimento do problema, busca de informações, avaliação das alternativas, tomada de decisão e comportamento pós-compra.

Márcio Sanches - Diretor da Clinimkt
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A percepção da doença como influenciador na busca por serviços de saúde


A contratação dos serviços prestados por empresas de saúde confere aos seus contratantes o papel de consumidores, com contratos estabelecidos e regras a serem cumpridas tanto pelos fornecedores quanto pelos compradores, tendo-se legislações específicas e órgãos competentes regulando e fiscalizando, respectivamente, essa relação comercial.

Inúmeros profissionais de marketing pesquisam, analisam e formulam teorias sobre como os consumidores de saúde se comportam e reagem a estímulos e experiências de compra. Tentam entender quem participa do processo de decisão de compra, e como fazer para sensibilizá-los. Enfim, buscam entender como criar diferenciais competitivos para seus clientes no mercado, fazendo-os sobressaírem frente à concorrência.

Um fato interessante a ser observado neste contexto é que, para boa parte da população brasileira, representada pelas classes sociais de menor poder aquisitivo, reconhecer-se doente significa estar incapaz para o trabalho, com conseqüente comprometimento das funções laborais que garantem sua subsistência. A disposição e a capacidade de trabalho conferem, portanto, condição de saúde ao indivíduo (Queiroz, 1993).

Já em 1979, Boltanski defendia que, entre as classes sociais mais baixas, a doença tenderia a ser percebida somente quando houvesse uma incapacitação do desempenho social, representado pelo trabalho, aspecto também observado por Giovani, em 1980.

Por outro lado, observações diárias em minha prática clínica sugerem que indivíduos de maior poder aquisitivo e maior nível de instrução identificam mais precocemente alterações biológicas em seus organismos, buscando atendimento médico a fim de prevenirem complicações e garantirem o restabelecimento de sua condição de saúde.

Tais observações reforçam minha impressão de que o profissional de saúde além de cumprir seu dever social de informar e educar pode aproveitar essas ações a fim de divulgar seus serviços, de acordo com o código de ética que rege sua profissão.

Márcio Sanches - Diretor da Clinimkt
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Seminário de responsabilidade civil e direito médico gera interação entre o público


Dever de informar, equipe cirúrgica e erro anestésico, violação do sigilo profissional e erro médico e de diagnóstico foram alguns dos temas abordados no Seminário de responsabilidade civil e direito médico, promovido pela Clinimkt em parceria com o Centro de Estudos e Pesquisas Genival Londres, na Clínica São Vicente, Gávea. O evento, que aconteceu na última quinta-feira,19 de maio, teve como principal objetivo contextualizar e discutir aspectos legais que norteiam a prática médica.

Para o advogado e professor universitário Eduardo Padilha, um dos palestrantes, os pontos de destaque no evento foram: o conhecimento das posições dos tribunais sobre a responsabilidade civil médica e o conhecimento dos argumentos jurídicos capazes de contribuir para as defesas nos processos indenizatórios desencadeados por pacientes. “Promover um debate desse nível foi importante para contribuir nos avanços de conceitos de cidadania e para a melhoria da relação entre o paciente e a instituição de saúde”, comentou a advogada e diretora de relacionamento estratégico da Clínica São Vicente, Françoise Vaillant, outra palestrante. Ela lembrou que a intenção do evento, de esclarecer dúvidas e permitir aos participantes apresentar opinião sobre o tema, foi atendida, já que a platéia participou ativamente do evento.

O seminário agradou aos participantes. Para Isaac Miranda, médico intensivista, o evento gerou interação entre os participantes. “A interdisciplinaridade e a interatividade entre os profissionais foi o que mais me chamou atenção no seminário”, disse Isaac. Bruno Duarte, clínico, também gostou de participar do evento: “O conteúdo foi muito interessante e o tema geral, o direito na área médica, foi de vital importância para o médico”.

Segundo Cláudio Vieira, ouvidor médico da Clínica São Vicente, os palestrantes conseguiram focar no tema e atender aos interesses de um público bastante diversificado. “Os palestrantes mostraram-se muito confiáveis, dominando os temas com muita habilidade. Eles conseguiram esclarecer as dúvidas de todos os participantes”, observou Cláudio.

Para Márcio Sanches, médico e diretor da Clinimkt, discussões como essa devem ser estimuladas entre os médicos. “Atualmente, é imprescindível que o médico tenha ciência de tudo que possa interferir na sua prática, a fim de garantir sua autonomia, agindo conforme as leis”, comenta Márcio.
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Comunique-se e melhore sua gestão


Vivemos num momento em que o acesso a informações se dá por diferentes mecanismos e recursos, parecendo ser algo simples, seja por meio de jornais, rádios, revistas, livros, outdoors, e ainda, tudo isto exibido via internet. Muitas vezes, diante dessa suposta facilidade, gestores de empresas e instituições esquecem que a comunicação cotidiana, face a face, o bom dia e o boa tarde são de grande importância. “Para quê se em minha empresa existe um bom informativo e uma excelente intranet?”, podem questionar uns. Mas trata-se de um pensamento equivocado e que resulta na construção da imagem da instituição de maneira deturpada.

Podemos dizer que comunicar é administrar informações, harmonizar interesses, estabelecer vínculos, educar e construir valores. Valores esses que devem ser colocados em prática no dia a dia de trabalho, seja em consultórios, clínicas ou hospitais. Esses conceitos são primordiais para se obter boa gestão e administração de uma empresa, e vital para o sucesso de um negócio.

No livro Tudo é Comunicação, de Paulo Nassar, o autor pergunta qual é a boca de sua organização. Ele usa a boca, metaforicamente, como o discurso de uma empresa. “Ela é uma representante do poder organizacional, emissora de indícios, sinais, ordens, verdades e mentiras. Ou uma fenda de dissimulação, da aparência, fechadura retórica, véu, tecido, ‘burka’, máscara e teatro”. (NASSAR, 2006, p.19)

Com a velocidade com que as informações circulam, num mercado de trabalho cada vez mais competitivo, e, por que não dizer, impessoal, não basta criar meios de comunicação, como jornais internos, intranet e site, mas sim criar e manter um bom relacionamento com os colaboradores e clientes. Funcionários esclarecidos e trabalhando com boa vontade são fundamentais para a construção ou a consolidação da boa imagem de uma empresa.

Cabe lembrar ainda que a comunicação interna não é feita apenas pelo setor de comunicação da empresa, que deve ser constituído por profissionais preparados para administrar e sistematizar o fluxo de informações. É tarefa de todos que integram a organização. Afinal de contas, não existe nada pior para um negócio do que gestores e funcionários comunicando-se mal. Tudo se confunde e os objetivos não são alcançados. Comunicar é organizar, tornar comum. Como já dizia Chacrinha, “quem não se comunica, se trumbica”. E aí, já detectou como está a boca da sua empresa?

Jamille Marinho - Assistente de Marketing da Clinimkt
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Comunicação – desafio constante!


A decisão sobre desenvolver o próprio negócio é o ponto de partida para se pensar a respeito dos vários aspectos que envolvem a noção exata do verbo empreender, seja qual for o ramo de atividade. E um deles, talvez o mais importante e fundamental, é dar atenção a todos os aspectos de comunicação que estarão envolvidos nesse processo, desde o seu surgimento.

A definição de uma identidade visual, por exemplo, é uma das partes mais importantes desse processo, uma vez que o profissional será lançado no mercado por meio de sua marca. Ter coerência com a proposta de serviço, o estilo pessoal, o estilo de sua clínica e, principalmente, o posicionamento que pretende conquistar no mercado são fatores que não podem passar despercebidos no processo de criação dessa identidade visual.

A comunicação com os diferentes públicos (clientes, fornecedores, parceiros e colaboradores) deve ser cuidadosamente planejada, levando-se em conta as características particulares e relevantes de cada um deles. Uma comunicação mal feita pode ser desastrosa, transmitir uma ideia totalmente avessa à pensada em sua ação e trazer prejuízos reais e desnecessários ao profissional. A análise prévia do perfil dos públicos a serem atingidos, a correta definição de objetivos e a preocupação em se ter um eficiente banco de dados para controle e medição de resultados são imprescindíveis no desenvolvimento de um plano de comunicação.

Uma idéia pode ser comunicada de diferentes maneiras e com o uso de ferramentas distintas. Podemos nos comunicar ao falar diretamente a alguém, utilizando a nossa capacidade de verbalizar o pensamento. Mas podemos fazer a mesma coisa utilizando veículos de comunicação tradicionais (jornais, revistas, periódicos etc.), assim como peças publicitárias (folder, flyer, outdoor, busdoor etc.), internet (newsletter, web site, e-mail marketing etc.), entre outras ferramentas.

O que importa, na verdade, é ter clareza sobre o que se deseja comunicar, para quem e, ao longo do processo, avaliar se a comunicação está atingindo seu objetivo. Para isso, é fundamental fazer-se claro para o público ou os públicos a serem alcançados. A forma ou a linguagem escolhida importam sobremaneira esse aspecto. Saber o quê, como, quando e para quem dizer algo é uma habilidade a ser desenvolvida por nós profissionais da área da saúde.

Ter um material de comunicação adequado à sua proposta e ao tamanho do seu negócio, de linguagem objetiva, simples e elegante, evidencia os cuidados que temos com o que é nosso, em primeiro lugar. Da mesma forma, se bem produzido, transmite qualidade, eficiência, responsabilidade, ética, especialização e, ainda, contribui para a conquista do público selecionado previamente em um planejamento estratégico de marketing.

Por fim, é importante desenvolver internamente, independente de estarmos falando de um consultório, clínica ou hospital, mecanismos de medição de resultados para qualquer ação de comunicação realizada. Dessa forma, será possível analisar e definir as ações que gerem melhor custo-benefício e aumento na captação de pacientes, na fidelização desses, ou qualquer outro que seja o objetivo previamente estabelecido, sempre tendo como foco o alcance de maior visibilidade e credibilidade.

Márcio Sanches - Diretor da Clinimkt
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Curso Intensivo de gestão para médicos apresenta novas tendências para profissionais da saúde


Mais um evento promovido pela Clinimkt em parceria com o Centro de Estudos e Pesquisa Genival Londres, da Clínica São Vicente, possibilitou a médicos e demais profissionais de saúde conhecer melhor estratégias de marketing e de gestão. O Curso Intensivo de Gestão para Médicos – Módulo Marketing ocorreu no último dia 16, no auditório Edmundo Blundi, da Clínica São Vicente, na Gávea.

O objetivo principal foi mostrar que é possível trabalhar no setor de saúde e ter diferenciais competitivos, tais como ações de marketing, planejamento estratégico, bom relacionamento interpessoal e atendimento de qualidade.

A primeira parte foi trabalhada pelo médico Márcio Sanches, especialista em marketing para saúde e diretor da Clinimkt. Ele apresentou uma análise da saúde no Brasil, explicou como o marketing pode contribuir para a área da saúde. Segundo o médico, planejar e estruturar, comunicar e informar, ampliar e manter relacionamentos, construir imagem e incrementar rendimentos são algumas funções do marketing, que vai muito além da promoção. “Não devemos apenas prestar um serviço, mas sim superar expectativas. Se não nos adaptarmos à atualidade, ficamos fora do mercado”, disse.

A segunda parte do curso contou com a participação da jornalista e professora universitária Élida Vaz, assessora de imprensa da Clínica São Vicente, na Gávea. O objetivo foi mostrar conceitos sobre assessoria de imprensa e as novas tendências e possibilidades nas redes sociais. Para ela, os novos meios trazem vantagens como abrangência, baixo custo, interatividade e velocidade. “A internet e as redes sociais podem ser excelentes ferramentas na relação com os pacientes e os clientes, pois permitem proximidade e interação”, explicou.

Marca, identidade visual e marketing digital foram os temas abordados por Luis Monteiro, diretor da agência de comunicação Conceito. Ao falar sobre a importância da imagem de uma pessoa ou de uma empresa, Luis garantiu: “Nossa imagem precisa corresponder à nossa essência”. Ele lembrou a importância da marca, que deve ser construída cuidadosamente, pois não transmite apenas informações objetivas, mas também subjetivas, marcadas pelas emoções.
Confira ao lado a opinião de alguns participantes.
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Workshop sobre finanças para médicos é sucesso entre profissionais da saúde

A Clinimkt, em parceria com o Centro de Estudos e Pesquisas Genival Londres / Clínica São Vicente, promoveu no dia 19 de março, um workshop sobre finanças pessoais e contabilidade para médicos. O evento ocorreu no auditório Edmundo Blundt da clínica São Vicente. E teve como objetivo apresentar conceitos gerais de finanças e contabilidade para os profissionais da saúde.

Duas palestras foram ministradas. A primeira teve como tema “Planejamento Financeiro”, por Eduardo Achôa, consultor financeiro da FS-Advisors, em São Paulo, e professor do curso de MBA em finanças pessoais. Assuntos como determinação de objetivos a curto, médio e longo prazo, melhores opções para se adquirir a casa própria e riscos, vantagens e oportunidades na compra de ações, foram alguns dos assuntos abordados. Segundo Achôa, é fundamental que se construa uma vida financeira saudável, para isso é necessário que se tenha prioridade, atitude, planejamento, disciplina e, se possível, uma orientação profissional.

A palestra agradou aos participantes. “Achei muito esclarecedora. Vou passar a abrir os olhos para outras formas de investimento, principalmente no exterior, que é palpável e que eu não conhecia”, diz Roberta Fonseca, enfermeira. Para a dentista Noêmia Moraes, a palestra serviu para entender melhor sobre alguns investimentos pessoais. “Ao invés de comprar um carro à prestação vou comprar a vista”, declara Noêmia que se interessou pelo curso principalmente para obter dicas sobre sua aposentadoria.

Já a segunda palestra foi ministrada por Vitor Fernandes e Luiz Fernando Suaid, consultores da GL Suaid, no Rio de Janeiro, com o tema “Finanças para médicos”. Os participantes tiveram a oportunidade de aprender mais sobre o conceito de empresa, tramitação de valores entre sócio e empresa, fluxo financeiro, dentre outros assuntos. Sobre a administração financeira dos consultórios médicos, Vitor garante: “É simples, só é preciso se condicionar”. Para Luiz Fernando, “seja qual for a decisão, é preciso se organizar e buscar sempre a transparência”.

A palestra despertou dúvidas, curiosidades e interesse da plateia. “Foi muito interessante, pois são coisas que não são do nosso dia a dia, mas que são essenciais”, diz Márcio Meirelles, médico. “Nós médicos precisamos fazer mais contas”, brinca Meirelles.

O próximo evento promovido pela Clinimkt será o Curso Intensivo de Gestão para Médicos – Módulo Marketing, que ocorrerá no dia 16 de abril às 8h30 na Clínica São Vicente, situada na rua João Borges, 204, Gávea, Rio de Janeiro.
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